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Ticiane Yves Araújo conta sua trajetória na fé, lutas e grandes conquistas

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Ticiane Yves Araújo conta sua trajetória na fé, lutas e grandes conquistas

Ticiane Yves Araújo conta sua trajetória na fé, lutas e grandes conquistas

Ticiane Yves Araújo era o tipo de mulher rebelde, respondona, aquela que não levava desaforo para casa e batia boca com todo mundo, mas morria de medo de ser agredida fisicamente. “Essa era a maneira que eu tinha de me defender todas as vezes que me ofendiam. Meus pais nunca deixaram faltar nada material, mas sempre me sentia sozinha, sem apoio ou mal compreendida”, conta.

Aos 12 anos começou a frequentar shows e festas, e logo, começou a fazer amizades erradas. Todos os shows, micarês e festas que aconteciam, Ticiane era presença confirmada. Nesse período de festas conheceu o cigarro e algumas drogas, como benzina, lança perfume e maconha, mas não gostou muito. “Fumei durante 7 anos apenas para me sentir parte do grupo que eu andava. Já as bebidas alcoólicas, nunca me interessaram, pois não gostava do sabor”, lembra.

Alguns anos depois, foi a uma igreja presbiteriana, onde se convenceu que aquela não era a vida que queria levar, chegou a fazer o curso de batismo e até se batizar nas águas, porém não teve forças para permanecer. Nessa época, tinha um namorado, e através de um amigo em comum, chegaram à Sara Nossa Terra. Com pouco tempo que estava frequentando a SNT, terminaram o namoro. Ele saiu, e ela também, mas não passou muito tempo e voltou. Nesse tempo decidiu mudar de verdade.

“Decidi que a partir daquele dia, ali seria o lugar que eu queria ficar para o resto da minha vida. Fui me envolvendo aos poucos pois tinha medo que alguém controlasse minha vida. Pouco a pouco fui me entregando, até que em agosto de 2003 fiz o Revisão de Vidas.

Daí em diante tudo mudou. “Passei por muitas crises, muitas lutas, muitas tribulações, mas também passei e passo por muitas conquistas”. Ticiane se envolveu na liderança, abriu sua primeira célula no Riacho Fundo 2, trazia ônibus para igreja e quando não era ônibus, seu carro na época vinha lotado e algumas vezes fazia 2 viagens para levar o povo. “Me apaixonei pela missão, queria estar em tudo.”

Em 2006 conheceu seu esposo, Rodrigo, e em 2007 se casaram. “Esse ano completamos 9 anos de casados, e posso dizer que nesses noves anos passamos por muitas coisas, tivemos inúmeras lutas, mas também tivemos grandes conquistas. Em 2008 fomos ordenados pastores, em 2009 fomos enviados para Ceilândia, lugar pelo qual me apaixonei”.

Hoje, Ticiane e Rodrigo cuidam diretamente de 36 casais e 2 solteiros, são pastores da equipe DOE. E nesse meio tempo, ela conseguiu se formar em secretariado executivo, e também abrir sua empresa a Ticy Arte Confeiteira.

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