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Sahanne Silvestre: De menina rejeitada à mulher bem sucedida

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Sahanne Silvestre: De menina rejeitada à mulher bem sucedida

Sahanne Silvestre: De menina rejeitada à mulher bem sucedida

11051110_784666954953855_722457646_nA Rede Gênesis de Televisão há anos leva palavras de bênção e restauração para diversos lares no Brasil e no mundo. Na vida de Sahanne Silvestre, por exemplo, foi um canal que a levou ao evangelho. A arquiteta de 23 anos conheceu a Sara Nossa Terra pelo canal. “Estava em um período muito complicado da minha vida e achava que era perda de tempo Deus e religião. Desde pequena meus pais levavam eu e minha irmã para a igreja católica mas eu realmente nunca tive um encontro com Deus”, conta.

Sahanne sempre teve responsabilidades desde pequena, mas se sentia inferior e rejeitada por todos. Era uma menina acima do peso, com notas baixas e considerava que tudo o que fazia dava errado e que nunca seria alguém na vida.

Com o passar do tempo, a rejeição se tornou mais presente e aos 17 anos conheceu os prazeres que o mundo podia lhe ofertar. Tinha tudo o que falsamente achava que precisava para ser feliz: amigos, acesso fácil  e admiração.  “Meu primeiro trabalho foi como fotógrafa de shows e festas. Tinha acesso livre em qualquer lugar, com direito a acompanhante. As pessoas se aproximavam de mim pelo interesse de ir a festas e ter o “status” que sempre era falado”, lembra.

A jovem era conhecida como a “fotografa tatuada” e aonde passava, conseguia o que queria. Ganhava muito bem, tinha amigos, festas e muitos contatos. Para o mundo, Sahanne tinha tudo, mas não era bem assim. Sempre que chegava em casa sentia o mesmo vazio. Por mais que ela estivesse cheia de amigos, sabia que tudo era momentâneo e atrelado a interesses.

O relacionamento em casa também não ia bem, as brigas com a mãe eram frequentes, praticamente toda noite. Não tinha mais o mesmo contato com a irmã e o pai preferia não se pronunciar. Era uma vida cheia e só ao mesmo tempo. “Comecei a ingerir álcool com frequência, mesmo dirigindo. Não sentia mais que “tinha algo a perder”. Eu tinha uma parede no meu quarto cheia de fotos de momentos importantes da minha vida, nela eu colava tudo. Me lembro que todas as noites eu olhava para aquilo chorando, vendo sorrisos falsos, alegrias momentâneas e me via em situações que eu sabia que não era eu. Comecei a me afundar na tristeza e realmente desvalorizar o que tinha”, afirma.

Até que um dia, a arquiteta que se cansou de viver o mesmo ciclo, que nada mudava, decidiu ter outras amizades. Conheceu pessoas mais velhas e passou a ir em festas com elas, mas de nada adiantou, tudo continuava do mesmo jeito. Eram as mesmas posições, mesmos palavrões, mesmas histórias, sem confiança. “Então decidi ser sozinha o resto da vida. Não valeria a pena dividir a vida com alguém que já sabia que não daria certo”, relembra.

Sua irmã, Suzanne estava frequentando as células da SNT e então pediu a ela que saíssem mais juntas. Sahanne passou a frequentar a igreja, mas ia apenas aos cultos de terça e domingo. Até que resolveu ser mais frequente pois via mudanças na irmã e na mãe. Estavam mais unidas mesmo que ainda em mundos diferentes. Foram ao todo três anos conhecendo, frequentando, porém, apenas em 2012 veio a vontade de permanecer. “O Bispo Robson Rodovalho falava comigo no final dos cultos e eu me sentia “obrigada” a não faltar, pois o Bispo que falava pra todo o Brasil veio falar comigo, devia ser algo importante. Aquele sentimento de rejeição logo foi sumindo”, conta.

Hoje, Sahanne é líder de célula, sabe que tudo que passou foi necessário para seu posicionamento e para ser instrumento na vida de outras pessoas. “Costumo dizer que tudo depende de uma decisão. Se vai ser fácil ou difícil, independe. A decisão tem que ser tomada. Não achava que seria fácil, mas sabia que Deus me sustentava”, diz.

Lembra ainda, que sua chefe na época chegou a dizer que preferia quando ela ia trabalhar de ressaca do que uma convertida que só falava de como Deus é bom. Ela a demitiu por não aceitar a nova vida da arquiteta e também por querer assumir o ministério (ela não queria deixar a jovem faltar no final de semana para ir ao Revisão de Vidas). “Mesmo sem trabalho, sem salário, sabia que Deus não iria me deixar desamparada. Passei por um tempo de deserto, porém, feliz como nunca havia estado antes. Feliz com a família, amigos verdadeiros e sonhos.Depois da demissão, Deus me honrou com um trabalho na melhor empresa de engenharia do Brasil e uma das maiores do mundo”, relata.

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