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Respeito às diferenças – 21 de março – Dia Internacional da Síndrome de Down

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Respeito às diferenças –  21 de março – Dia Internacional da Síndrome de Down

Respeito às diferenças – 21 de março – Dia Internacional da Síndrome de Down

Imagem: internet

No dia 21 de março comemora-se em todo o mundo o Dia da Síndrome de Down, data escolhida porque se escreve como 21/3 (ou 3-21), o que faz alusão à trissomia do cromossomo 21, isso porque as pessoas que possuem a Síndrome de Down carregam 3 cromossomos número 21. No Brasil, estima-se que 300 mil pessoas tem a  Síndrome.

A data é comemorada desde 2006 e sua importância está no fato de reconhecer que o indivíduo com Síndrome de Down merece respeito, garantia de direitos e oportunidades de inclusão social.

Este é um desafio em voga! O desafio da inclusão social deve ser abraçado e defendido por todos, familiares, indivíduos com a Síndrome e instituições que trabalham com afinco para superar obstáculos e limitações arraigadas e permeadas pela cultura que por muito tempo fora excludente.

A mídia e as instituições têm papel privilegiado na transformação cultural que visa à inclusão social e a convivência igualitária e respeitosa.

O que é a Síndrome de Down? 

Trata-se de um dos tipos de malformação congênita mais comuns e também a com melhor perspectiva de vida. Para isso, no entanto, é preciso acompanhamento médico adequado e o apoio de toda a sociedade.

A Síndrome de Down foi descoberta em 1862 pelo médico britânico John Langdon Down. A Síndrome é um distúrbio genético causado pela presença de um cromossomo 21 extra, que pode ser total ou parcial. Estima-se que a incidência da Síndrome de Down seja de um em cada 660 nascimentos, o que torna esta deficiência uma das mais comuns de nível genético. A idade avançada da mãe influencia bastante o risco de concepção de bebê com esta síndrome.

Ela é caracterizada por uma combinação de diferenças maiores e menores na estrutura corporal e aparência facial, como por exemplo: achatamento da parte de trás da cabeça, inclinação das fendas palpebrais, pequenas dobras de pele no canto interno dos olhos, língua proeminente, ponte nasal achatada, orelhas ligeiramente menores, boca, mãos e pés pequenos, tônus muscular diminuído (ficam mais molinhos) e apresentam pele na nuca em excesso.

Além das características físicas, sabe-se que há uma tendência em demonstrar a afetividade na interação com as famílias e as pessoas com quem convivem. São mais atuantes na sociedade, estão inseridos em escolas, no âmbito do mercado de trabalho, possuem vida social ativa e menos reclusa. A conscientização dos pais sobre a estimulação e o papel de facilitadores são fatores ímpares para o desenvolvimento adequado. É importante frisar que um ambiente amoroso e estimulante, intervenção precoce e esforços integrados de educação e saúde serão sempre aspectos que influenciarão de modo positivo o desenvolvimento e qualidade de vida da pessoa com Síndrome de Down.

Fonte: abads.org.br

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