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Pastora Ana Maria relata milagres na família e como a SNT a incentivou a crescer na liderança

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Pastora Ana Maria relata milagres na família e como a SNT a incentivou a crescer na liderança

Pastora Ana Maria relata milagres na família e como a SNT a incentivou a crescer na liderança

Ana Maria de Oliveira Quessada conta que no passado trabalhava para cuidar dos filhos e marido. No entanto, não tinha o essencial que era ter uma vida totalmente entregue a Jesus. Ela já era evangélica antes de conhecer a Sara Nossa Terra, mas foi neste Ministério que foi motivada a ser líder e hoje é pastora na SNT de Cascavel, no Paraná.”Eu sei que buscava muitas coisas, mas o principal a gente não tinha. No entanto, quando me converti em outra igreja tinha uma vida normal, mas não podia nem pensar em ministério. Onde a mulher não poderia ser mais que uma líder de grupo caseiro. O que mudou? Tudo! Descobri que na Sara Nossa Terra a mulher poderia, sim, ser pastora, bispa”, lembra.
Entre os milagres que vivenciou, de uma forma emocionante, a pastora relata como ia buscar ao filho nas bocas de fumo. ” Vivenciei muitos milagres, em primeiro, um dos meus filhos, antes de casar-se, foi para o mundo das drogas. Foram 10 anos de muito clamor e de muita oração, muita guerra. Mas passei crendo que Deus poderia mudar. Nunca desisti de meu filho, eu ia de madrugada buscar ele nas bocas, não tinha medo. Ele foi liberto e curado e hoje é diácono na igreja. Outro milagre foi com meu falecido marido, onde 10 anos antes de falecer, o médico disse  que ele não viveria mais que um ano. Ele tinha mal de parkinson, então foram muitos anos cuidando com muito amor,  até o último dia de vida. É o que a palavra afirma: vivemos até que a morte nos separasse. Hoje em dia, meus filhos, minha nora, meu genro, minhas netas. Todos estão na igreja e eu creio que toda minha geração estará . O processo de crescimento em minha vida foi com muito trabalho, perseverança e obediência. Não existe outro caminho, quer dizer,  crer e obedecer aos nossos líderes e à visão”, destaca.
Texto: estagiário Bruno Faria sob supervisão de Jeane Magalhães

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