Marcelo Barbosa conta o milagre da ressurreição do filho que morreu por 15 minutos na UTI – Sara Nossa Terra

Marcelo Barbosa conta o milagre da ressurreição do filho que morreu por 15 minutos na UTI

Marcelo Barbosa chegou à Sara Nossa Terra por meio da esposa que conheceu no “mundo”, como ele próprio define,  e o trouxe para a igreja. Inclusive, Pollyana estava afastada do Ministério e ao voltar, foi usada para que Marcelo a seguisse.

Neste tempo, ele conta que enfrentou um grande desafio de fé que transformou suas vidas para sempre: Acreditar que o filho seria curado,pois com 23 semanas de gestação, a bolsa rompeu e por 93 dias o recém-nascido ficou na UTI. No entanto, o milagre aconteceu quando que por 15 minutos a criança veio a óbito, mas ressuscitou após este tempo. ” No dia que acabamos as sete semanas da campanha dos cultos de terça-feira, literalmente, meu filho viveu o maior milagre: recebeu alta com zero de sequelas”, recorda com emoção.

O líder de células também enumera que vivenciou milagres em sequência e em todas as áreas. Como, por exemplo, voltar com a empresa de ar-condicionando, que hoje fatura 10 vezes mais. Ele também recorda que quando sua mãe faleceu, a família o tentou culpar por falarem que a vida dele desregrada, antes da conversão,  contribuiu para que ela piorasse. Mas toda confusão foi neutralizada e hoje vivem em harmonia e paz . “Foi depois do Revisão e de um certo tempo que voltamos a nos falar. Minha família é restaurada e hoje tenho convívio normal com eles”, afirma.

Outro aspecto na trajetória de Marcelo foi o fato de ter se afastado da igreja por uma vez e não ter achado outro ministério eclesiástico que o suprisse. “Fomos em várias denominações, mas não encontramos uma igreja igual a Sara. Inclusive, estávamos com vergonha de voltar, mas graças a Deus deu tudo certo. Diante disto, o meu maior sonho para 2020 é crescer ministerialmente. Tudo que tenho hoje devo a Jesus e ao Ministério Sara Nossa Terra que é a melhor igreja que fui na vida! Aqui fui reconstruído e os bispos são meus referenciais”, finaliza.

Texto: Estagiário Bruno Faria sob supervisão de Jeane Magalhães

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