Dia das mães com uma história marcante de fé e milagre – Sara Nossa Terra Doe agora

Dia das mães com uma história marcante de fé e milagre

Nesse Dia das Mães, nossa homenagem vem em forma de testemunho de uma mãe, que assim como milhares, nunca desistiram de seus filhos., independente das circunstâncias,

Tudo começou quando há cerca de quatorze anos nascia na maternidade Cândido Mariano, em Campo Grande, a pequena Isadora Rocha, prematura, de 8 meses, e sem 2 válvulas do coração. Sua mãe, Sirlene Rocha descobriu sobre o problema no 7º mês de gestação, durante os exames do pré-natal, e em decorrência ela precisaria nascer no hospital de uma outra cidade, com mais estrutura.

Ao chegar no 8º mês, Sirlene teve uma perda de líquido e eles precisaram ir de Nova Andradina para Campo Grande. “Depois da cesárea, a Isadora já foi levada pra UTI. Ela teve que nascer na maternidade Candido Mariano ao invés da Santa Casa, que tinha mais aparelhos. A partir desse momento, passamos por muita agonia. Ela teria que ser transferida para a Santa Casa, a quatro quadras dali, e o médico pediu pra eu me despedisse da minha filha, porque não sabia se ela chegaria viva até lá e se ela chegasse, ela tinha que ir direto para o centro cirúrgico para uma cirurgia, já que para um transplante precisaria de um órgão que não tínhamos “, conta.

Naquele momento, Sirlene pediu a Deus por sua filha e ela conta que Deus fez o primeiro milagre. “Eu clamei muito a Deus que ela chegasse com vida na Santa Casa, que ela não fosse para o centro cirúrgico, porque eu sabia que ela não resistiria. Graças a Deus que isso aconteceu. Quem acompanhou a minha filha foi a minha cunhada, porque nós tínhamos mais três filhos pequenos e meu esposo voltou pra ficar com as crianças.”

Na Santa Casa, após exames, Isadora teve sua vida conectada a aparelhos para respirar. Os médicos ainda cogitavam que ela tivesse problemas neurológicos, e pela perda de líquido da mãe, Isadora aspirou líquido e desenvolveu uma infecção pulmonar. Diante desse quadro, muitos processos precisavam acontecer para melhorar. Durante esse tempo, Isadora teve mais uma infecção urinária.

“Com 10 dias que ela estava na UTI eu falei muito com Deus e nesse momento eu liguei na rede Gênesis. Estávamos no apartamento da minha cunhada, em Campo Grande, onde eu passava o dia todo com ela na UTI e à noite eu retornava para o apartamento. Eu peguei uma palavra do pastor Sancar, e ele disse: ‘eu quero pregar para as mães que têm filhos enfermos. Eu quero dizer pra você, mãe, que você tem o poder de liberar uma palavra de cura sobre o teu filho enfermo e o teu filho pode ser curado.’ Naquele momento eu sabia que era Deus falando comigo pela TV.”

No dia seguinte, Sirlene levantou-se muito cedo e foi para o hospital. Chegando lá disse a Isadora: “Filha, a mamãe recebeu uma palavra e hoje o Espírito Santo  começa a ministrar cura na sua vida. Hoje, Ele está te curando, você não tem nenhum problema neurológico, Ele está curando o seu coração, Ele está diminuindo a infecção. E eu comecei a fazer isso recebendo aquela palavra de fé através da Gênesis naquele dia e eu comecei a fazer isso todos os dias. Eu ficava o dia todo orando”.

Após 21 dias de UTI Sirlene já estava bem cansada de toda a rotina hospitalar e com saudades dos outros três filhos que não podiam ficar lá, pois não era possível dar assistência a outras crianças. Ela também ia ao banco de leite para que se um dia ela pudesse tomar, tivesse o leite. Nesse tempo, Sirlene também falou do amor de Deus a outras mães que estavam na mesma situação que ela. “Eu já estava muito cansada e eu falei com o Senhor que se fosse pra ele me devolver, que Ele me respondesse até o dia seguinte e que se fosse pra levar, que também fosse no dia seguinte, porque eu já estava pronta. Eu chorei muito aquela noite e pedia que aquela palavra de cura que eu tinha recebido pudesse se cumprir, eu sabia que ela era pra mim. E eu falei, meu Deus, eu não perco a fé, mas eu não aguento mais ver tanto sofrimento nesse lugar”.

No dia seguinte, o médico veio até a mãe de Isadora com uma notícia, naquela noite eles haviam diminuído a sedação para ver como ela se comportaria e a infecção pulmonar havia baixado um pouco. “Ele me pediu para fazer alguns testes naquele dia, para retirar os aparelhos e o respirador que estavam nela para ver se ela iria melhorar ou também poderia não dar certo e nós a perderíamos. Eu não liguei para o meu esposo e senti que aquela palavra tinha sido pra mim, eu precisei assinar um termo de responsabilidade por aquela decisão”, conta.

Eles retiraram os aparelhos e Sirlene ficou ali orando com ela. Ela nunca tinha tido contato com a filha, somente via pelo vidro, devido ao risco de infecção hospitalar. Ali, mãe e filha lutaram pela vida, Sirlene conversava com sua pequena e a dizia o quanto ela era forte. “Eu não fui nem almoçar e o médico veio e disse que ela tinha reagido bem, mas que ela ainda precisaria passar por uma bateria de exames. Eu continuei clamando a Deus com aquela mesma palavra, pois ela já havia recebido tantos milagres”.

A mãe acompanhou os exames, que só podiam ser feitos um por vez, por conta do seu tamanho. “Em um momento o médico perguntou por que tinham levado aquela criança pra lá, e eu expliquei todo o quadro, mas ele disse que aquela criança não tinha nada, ela era uma criança perfeita. Foi algo sobrenatural. Eu comecei a agradecer a Deus. Nós ainda voltamos para a UTI e todos os sintomas foram sendo curados, ela ficou apenas para observação”.

Com 28 dias Isadora saiu da UTI e ficou mais alguns dias no berçário. Quando foi para casa ainda precisou tomar algumas medicações para o coração. “Eram 9 medicações e tinham procedimentos que eram muito fortes. Nós fizemos um jejum de um mês para que a cura dela fosse total. Quando retornamos ao médico ele disse que eu realmente tinha muita fé. Ali, ele disse que ela não precisaria mais de nenhum daqueles remédios e que ela de fato, estava completamente curada”.

 

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