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Pesquisadores brasileiros buscam cura para o Alzheimer

cerebroO Alzheimer  é uma doença que tem afetado cada vez mais pessoas. Estima-se que no mundo cerca de 35,6 milhões já possuem a doença. No Brasil, uma faixa de 1,2 milhões de casos, grande parte ainda sem diagnóstico. Há grande novidade é que pesquisadores  do Brasil e Canadá desenvolveram um método de análise com experiências em macacos. A pesquisa realizada pelo grupo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), foi aprovada pelo Comitê de ética de experimentação animal da Queen’s University, de Kingston. “A necessidade de se usar os primatas se deve à semelhança com o cérebro humano. Antes foram feitos vários experimentos referentes ao tratamento do Alzheimer em roedores. O êxito desses testes não se repetiram quando foram refeitos em pacientes humanos. Por isso, a necessidade de outro modelo de pesquisa”, conta Fernanda De Felice, professora e uma das autoras da investigação.

O uso de animais em pesquisas é polêmico, mas segundo a especialista Fernanda, se faz necessário, pelo fato dos testes clínicos em doenças neurodegenerativas serem cada vez mais falhos, levando em conta que é preciso entender mecanismos novos. “O primata é crucial para pegarmos alguns aspectos que não conseguimos entender, mas utilizamos os animais apenas em último caso, depois da experimentação com a cultura de células in vitro”, explica.

No novo método, os pesquisadores aplicam toxinas (pequenos pedaços de proteína) denominado beta-amiloide, que são formados nas primeiras fases da doença, em cobaias com idade entre 9 e 16 anos. O excesso desta toxina no cérebro é uma das causas do Alzheimer. Outra alteração observada é a redução do número das células nervosas (neurônios) e das ligações entre elas (sinapses), com redução progressiva do volume cerebral.

 

 

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