Felipe Moreira conta o milagre na libertação do alcoolismo e também sucesso profissional – Sara Nossa Terra Doe agora

Felipe Moreira conta o milagre na libertação do alcoolismo e também sucesso profissional

Felipe Moreira chegou à Sara Nossa Terra com sede de mudanças. Passou por uma perda que o abalou profundamente: a morte da mãe. Este foi um dos gatilhos para que ele pudesse ainda mais se aprofundar no alcoolismo.  No entanto, a mudança veio quando um colega de futebol insistiu para que ele fosse ao Arena Jovem. No início, o professor resistiu, até que ao colocar os pés na igreja, começou um ciclo de transformação em sua vida. Hoje, ao lado da esposa, são líderes de células e vivenciam uma fé que se propaga e os leva a vencer limites. “Eu jogava bola toda sexta-feira na praia de Copacabana. Inclusive, eu estava com uma garrafa de vodca na mão quando um rapaz com um sotaque que não era do Rio se aproximou de mim e pediu para jogar bola.  Eu não sei o porquê,  mas não queria que ele jogasse, mas mesmo assim deixei. E de certa forma ele me levou para Deus”, lembra.

Em uma aliança sólida na igreja, o líder de célula largou o antigo emprego onde trabalhava muito e recebia pouco, e começou a consertar celular entre os próprios conhecidos do Arena. O novo milagre aconteceu quando ele além de se aperfeiçoar na nova profissão, tornou-se professor da Microlins, considerada uma das maiores empresas de cursos profissionalizantes do país. “A igreja me transformou, inclusive, tanto o meu trabalho como o da minha esposa, foram reflexo de nossa aliança com a casa de Deus, pois o Senhor agiu sobrenaturalmente.”

Em Dezembro do ano passado o casal abriu a sua célula e “percebemos que quanto maior a nossa aliança com nosso líder, mais crescemos. Outra mudança em minha vida é que eu não acreditava muito em libertação ou fatores sobrenaturais. Até que tudo se reverteu, vivenciei experiências incríveis com o Espírito Santo e fui batizado. Na Sara Nossa Terra não ficamos parados, pois crescemos o tempo todo em meio aos desafios. E me lembro que quando cheguei ao Arena, o primeiro nome da igreja tinha o mesmo nome de minha mãe ‘Sara’. E para mim, a igreja além de nos fazer crescer, romper em todos os limites é como se fosse um hospital que nunca para”, finalizou.

 

Texto: Estagiário Bruno Faria sob supervisão de Ludmila Rodrigues

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