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Crianças são instintivamente pró-vida, afirma ativista

O ativista pró-vida Jonathon Van Maren relatou em seu blog no LifeSiteNews uma experiência que o fez afirmar que as crianças são instintivamente pró-vida e que reconhecem crianças menores que elas como bebês.

Ele cita uma visita que sua filha de dois anos fez ao escritório de sua entidade. Enquanto os adultos conversavam, a pequena encontrou uma caixa com modelos fetais plásticos de 11 a 12 semanas e, de forma instintiva, ela começou a abraçar os bonecos e a retirá-los da caixa para “salvá-los”.

O escritor canadense contou que a criança tirou o maior número de bonecos que pode e começou a balançá-los.

“Percebendo que meus braços estavam vazios, ela empurrou um deles para mim e exigiu que eu a ajudasse a balançar os bebês pequenos para dormir”, contou.

Mas a experiência com sua filha não é a única que o faz reafirmar que as crianças não entendem fetos como “um punhado de células” como os defensores do aborto gostam de dizer.

Van Maren, que é escritor do Centro Canadense de Reforma Bioética, sabe que as crianças conseguem reconhecer um bebê quando veem um.

“Eles ainda não são velhos o bastante e estúpidos o suficiente para acreditar no balbuciamento cientificamente incoerente sobre ‘aglomerados de células’ e ‘parasitas’ ou filosofias assassinas sobre bebês no útero serem pequenos demais para se qualificarem como pessoas. Os bebês são bebês e os bebês devem ser amados. É realmente muito simples”, contou.

O ativista diz que o impulso de uma criança para proteger crianças menores é natural, por isso quem apoia o aborto precisa forçar suas ideias que quebrem esse instinto para poder criar adolescentes pró-aborto.

“É por esta razão que os adultos que apoiam o aborto ficam tão zangados com a visão de manifestações pró-vida: porque não sabem como explicá-los a seus filhos”, diz Van Maren.

“Para um pai pró-vida, é simples, mesmo se for uma foto de um bebê abortado ele diz: ‘Algumas pessoas machucam bebês, mas estamos trabalhando para acabar com isso, e nós amamos você e você está seguro’. O mundo não é um lugar totalmente seguro, eles só precisam saber que os adultos em suas vidas estão lá para protegê-los”.

Voltando a citar o caso de sua filha, ele conclui: “Uma menina de dois anos de idade pode olhar para um bebê minúsculo de doze semanas e ver uma criança como ela, mas que precisa ser embalada. Um adulto que apóia o aborto olha para o mesmo bebê no útero e tenta desesperadamente se convencer de uma mentira que até uma criança consegue ver: que o bebê que todos nós vemos não é um bebê de jeito nenhum”.

Fonte: Gospel Prime

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