Faça sua doação

Na Indonésia cristãos são expulsos de suas casas e tem igrejas incendiadas

Área de Conteúdo

Na Indonésia cristãos são expulsos de suas casas e tem igrejas incendiadas

Na Indonésia cristãos são expulsos de suas casas e tem igrejas incendiadas

xigrejas-atacadas-na-indonesia-320x180.jpg.pagespeed.ic.Ie0G4F_rx7A perseguição contra os cristão é algo cada vez mais frequente na atualidade. Recentemente, na Indonésia, grupos da região de Aceh deram início a uma série de atos violentos contra os cristãos, com a derrubada de igrejas. Alguns chegaram a ser expulsos de suas próprias casas por movimentos extremistas muçulmanos.

 

Segundo informações, os radicais começaram com a onde de violência no dia 13 de outubro, quando incendiaram uma igreja em Aceh Singkil. O pastor Erde Berutu, líder da igreja local afirma que umas faixa de 8.000 cristãos estão refugiados na província vizinha de Sumatra do Norte.

 

Levantamentos do Instituto dos Estados Unidos apontam a Indonésia como o país com maior população de muçulmanos do mundo, com cerca de 200 milhões. A região atacada sempre foi alvo da violência contra cristãos, sendo ela a única província onde vigora a lei religiosa islâmica (sharia), que decreta a morte de judeus e cristãos. Em 2004, foi a ilha indonésia mais devastada pelo tsunami.

 

Os líderes religiosos contam que uma passeata com destino aos escritórios do governo, com uma faixa de 700 pessoas destruiu 10 das 24 igrejas de Aceh. O movimento exigia a extinção do culto cristão na região. Por meio de publicações na internet, os radicais declararam que não vão parar de caçar os cristãos e incendiar suas igrejas. “Os cristãos são inimigos de Alá”, afirmam. Para tentar amenizar os confrontos, o governo de Aceh enviou soldados do exército, mas sem grande sucesso.

 

O pastor Burutu, líder de uma das igrejas incendiadas afirmou que os cristãos continuam com medo. “Não há nenhuma garantia de segurança do Estado. Para nós, a segurança vai além do físico. Não podemos ter a nossa igreja de volta nem exercer a nossa liberdade de culto”.

Compartilhe:
X
Angelo Rocha Desenvolvimento WordPress