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FICAR OU NÃO FICAR?

Vamos falar agora de algo muito delicado que, com certeza, o levará a rever seus conceitos e valores.

“Ficar” ou “não ficar”? O cristão “fica” ou namora? Como e por que essa forma de se relacionar com o sexo oposto caiu como uma luva para a sociedade? A resposta é óbvia: é mais cômodo “ficar” , já que isso não envolve compromisso e responsabilidade.

o “ficar” representa liberdade. O incrível é que muitos pensam que essa liberdade é a tão sonhada felicidade! Esse conceito tem tudo a ver com nossa sociedade consumista, descartável e fast-food!

O costume cristão de se relacionar com uma pessoa do sexo oposto sem envolvimento físico e sexual parece antiquado e fora de moda para os jovens da geração atual. Mas precisamos fazer a seguinte pergunta: os jovens de hoje são mais felizes com essa tal “liberdade”? Pare e pense!

Quais são os benefícios? Sem dúvida alguma é a satisfação rápida, sem estresse. Mas logo após essa satisfação a realidade persiste em ser outra. Como anda a saúde das pessoas, não apenas no Brasil, mas em todo o mundo? Elas estão deprimidas, ansiosas, inseguras e com um grande senso de desvalorização pessoal. Estão sempre tentando adequar-se às tendências da ditadura da moda e da beleza: garotas anoréxicas e rapazes “bombados”.

Existe algum princípio para orientar essa geração que acredita que o céu é o limite? É importante questionar-se: “O que é melhor para mim, agora que sou nova criatura?”

Pode estar certo que, assim como você mudou sua forma de agir, de falar e de pensar, sua maneira de se relacionar com  o sexo oposto também mudará. E não doerá nada! Eu tenho certeza de que essa atitude não lhe trará sofrimento no futuro.

Sobre o colunista

Nascida em Goiânia, Lúcia converteu-se ao cristianismo aos 17 anos. Mesmo diante de uma carreira promissora como jogadora de vôlei, ela decidiu se dedicar à missão de levar a Palavra ao mundo, de conquistar almas para a vida em Jesus. Aos 19 anos, casou-se com Robson Rodovalho e juntos fundaram a Igreja Sara Nossa Terra. Hoje sãos bispos e presidentes mundiais do ministério evangélico. Teóloga e doutora em Filosofia, formou-se também em Psicologia pela Universidade Católica de Brasília, especializando-se em terapia familiar. É fundadora do mais expressivo ministério liderado pela Sara Nossa Terra, o Arena Jovem. O projeto nasceu em 2003, em Brasília, quando a Bispa Lúcia Rodovalho assumiu o desafio de mobilizar a atenção de milhares de jovens e apresentar-lhes a vida em Jesus Cristo - um caminho que levaria à transformação de suas vidas. Das habilidades que lhes são inatas e das que construiu ao longo da vida com sua experiência profissional, Bispa Lúcia considera sua capacidade de ouvir e entender o outro como o aprendizado mais relevante e decisivo para sua missão de evangelização. Quanto ao foco de seu trabalho, estruturado o projeto Arena Jovem em todo o Brasil, tem se dedicado principalmente ao tema família. Para a Bispa Lúcia Rodovalho, o amor, a base de uma família, germina à luz do respeito, do diálogo e do perdão. E a família é a base sobre a qual se constrói um futuro de realizações.

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