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EM CRISTO SOMOS VENCEDORES

Jesus disse que não veio trazer paz, não porque queria que vivêssemos uma vida de discórdia. Ele chamou a atenção para os fundamentos sobre os quais devemos construir nossas vidas. Precisamos fazer a escolha de viver segundo os princípios da palavra de Deus e não seguindo o curso deste mundo, ou repetir os vãos procedimentos e atitudes que herdamos de nossos pais.

Muitas vezes, para manter a paz a todo custo, utilizamos a agressividade passiva, contra a qual Jesus lutou durante toda a sua vida. Ele nos diz que veio, não para que continuássemos vivendo na hipocrisia, mas para desmascará-la.

Não trazer paz à terra significa que teremos paz, mas também períodos de conflitos. E, para lidar com os conflitos. E, para lidar com os conflitos, precisaremos usar a espada. Jesus acrescentou também que não veio nos trazer uma vida fácil, teríamos problemas, passaríamos dias difíceis, mas que Ele nos trouxe a espada para que possamos vencer.

Essa espada, no original grego, é descrita como uma espada pequena e curva, própria para um golpe cortante, para perfurar, que penetra bem fundo e não uma lâmina capaz de cortar cabeças. A espada da qual Jesus fala é a mesma descrita em Hebreus que significa palavra. A Palavra de Deus é poderosa, assim como os princípios de Deus usados por nós. Mas não adianta conhecermos a palavra e os princípios de Deus se não os colocarmos em prática.

Todos nós temos a necessidade de sermos amados e aceitos. Contudo, a necessidade de amor e de aceitação nos faz, muitas vezes, trair as pessoas que amamos e com quem temos compromisso. Negamos e rompemos relacionamentos quando não valorizamos os sentimentos das pessoas. Ao quebrarmos um relacionamento estamos negligenciando que essa pessoa é humana, tem sentimentos e pensamentos diferenciados dos nossos.

A necessidade de ser amado e ser aceito levou o apóstolo Pedro a negar Jesus por três vezes, mesmo depois de ter andado com Ele durante três anos e meio e ter sido avisado por Ele sobre essa negação. Pedro rompeu seu relacionamento com Jesus porque, além de ter essa necessidade de amor e aprovação, teve medo.

 

Sobre o colunista

Nascida em Goiânia, Lúcia converteu-se ao cristianismo aos 17 anos. Mesmo diante de uma carreira promissora como jogadora de vôlei, ela decidiu se dedicar à missão de levar a Palavra ao mundo, de conquistar almas para a vida em Jesus. Aos 19 anos, casou-se com Robson Rodovalho e juntos fundaram a Igreja Sara Nossa Terra. Hoje sãos bispos e presidentes mundiais do ministério evangélico. Teóloga e doutora em Filosofia, formou-se também em Psicologia pela Universidade Católica de Brasília, especializando-se em terapia familiar. É fundadora do mais expressivo ministério liderado pela Sara Nossa Terra, o Arena Jovem. O projeto nasceu em 2003, em Brasília, quando a Bispa Lúcia Rodovalho assumiu o desafio de mobilizar a atenção de milhares de jovens e apresentar-lhes a vida em Jesus Cristo - um caminho que levaria à transformação de suas vidas. Das habilidades que lhes são inatas e das que construiu ao longo da vida com sua experiência profissional, Bispa Lúcia considera sua capacidade de ouvir e entender o outro como o aprendizado mais relevante e decisivo para sua missão de evangelização. Quanto ao foco de seu trabalho, estruturado o projeto Arena Jovem em todo o Brasil, tem se dedicado principalmente ao tema família. Para a Bispa Lúcia Rodovalho, o amor, a base de uma família, germina à luz do respeito, do diálogo e do perdão. E a família é a base sobre a qual se constrói um futuro de realizações.

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