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DEUS FAZ REVIRAVOLTAS NA VIDA DOS QUE QUEREM PERMANECER

 “Então disse a Abrão: Saibas, de certo, que peregrina será a tua descendência em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos, mas também eu julgarei a nação, à qual ela tem de servir, e depois sairá com grande riqueza”. (Gênesis 15: 13-14)

Nós sabemos pela história que durante os 400 anos que o povo de Abraão se tornou escravo, que eles se multiplicaram grandemente. Se tornaram uma nação de 2 milhões de pessoas. Um povo forte, mas que já estava acostumado com a escravidão. As famílias tentavam se fortalecer nas promessas de Abraão, mas a Bíblia diz que esse povo saiu com grandes riquezas e nós sabíamos que o Egito daquela época dos Faraós era o maior império do mundo antigo.

Então eles eram o império mais poderoso da terra e escravizavam o povo de Deus. Os Hebreus não eram nada, faziam o trabalho escravo, eram impotentes, ignorantes e não podiam estudar. Eles não eram uma nação, eram simplesmente um povo escravo. Mas foram eles, os hebreus que sobreviveram e continuaram influenciando o mundo até hoje. Foram eles que sobreviveram como civilização. Todo mundo sabe quem é Israel, sua força, seu poderio e luta.

E o que sabemos sobre o Egito? Está lá toda aquela história, mas não tem a civilização que dá a vida. Naquela época se falássemos que a civilização Egípcia pararia de ser a mais poderosa do mundo e que os hebreus iriam se tornar uma nação, isto seria a coisa mais absurda do mundo, era tão absurdo quanto pensar que o Brasil pode ter um presidente evangélico.

Como aconteceu essa reviravolta? Como um povo escravo permanece? Como um povo escravo se torna uma das nações mais fortes e poderosas? Em 1902 a Suécia criou o prêmio Nobel e até 2004 setecentas pessoas foram laureadas, receberam o prêmio. Desse número 154 são judeus, mais de 20% e isso fala muito forte. O que fez de Israel então ser essa nação prospera e forte, e o Egito sucumbir?

Essas duas nações fizeram uma pergunta muito decisiva: “Como num curto período de tempo é possível criar algo que perdure para sempre?” Esse era o clamor dos Faraós, eles queriam perdurar para sempre. Os egípcios deram uma resposta para isso, essa pergunta foi feita por um dos faraós. A resposta deles foi: “Vamos construir grandes monumentos de pedra. Templos e pirâmides que resistirão aos ventos e as areias do tempo”. E assim eles fizeram, grande parte do que construíram continua de pé. Mas sobraram somente os monumentos, e o que dá vida a uma nação é o povo.

Os israelitas deram uma resposta diferente: “Não precisamos criar monumentos. Tudo que nós precisamos fazer para permanecer e que as promessas de Abraão continuem ecoando nas próximas gerações, é crer nas promessas de Deus, é permanecer na fé. É contar nossa história de geração após geração. Não deixe os seus filhos e netos se esquecerem dos grandes milagres de Deus, das grandes maravilhas, das promessas que Ele fez a Abraão e de quando nos tirou do Egito e assim você e sua posteridade permanecerão. 

Sobre o colunista

Nascida em Goiânia, Lúcia converteu-se ao cristianismo aos 17 anos. Mesmo diante de uma carreira promissora como jogadora de vôlei, ela decidiu se dedicar à missão de levar a Palavra ao mundo, de conquistar almas para a vida em Jesus. Aos 19 anos, casou-se com Robson Rodovalho e juntos fundaram a Igreja Sara Nossa Terra. Hoje sãos bispos e presidentes mundiais do ministério evangélico. Teóloga e doutora em Filosofia, formou-se também em Psicologia pela Universidade Católica de Brasília, especializando-se em terapia familiar. É fundadora do mais expressivo ministério liderado pela Sara Nossa Terra, o Arena Jovem. O projeto nasceu em 2003, em Brasília, quando a Bispa Lúcia Rodovalho assumiu o desafio de mobilizar a atenção de milhares de jovens e apresentar-lhes a vida em Jesus Cristo - um caminho que levaria à transformação de suas vidas. Das habilidades que lhes são inatas e das que construiu ao longo da vida com sua experiência profissional, Bispa Lúcia considera sua capacidade de ouvir e entender o outro como o aprendizado mais relevante e decisivo para sua missão de evangelização. Quanto ao foco de seu trabalho, estruturado o projeto Arena Jovem em todo o Brasil, tem se dedicado principalmente ao tema família. Para a Bispa Lúcia Rodovalho, o amor, a base de uma família, germina à luz do respeito, do diálogo e do perdão. E a família é a base sobre a qual se constrói um futuro de realizações.

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