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ALARGANDO AS NOSSAS FRONTEIRAS EMOCIONAIS

Nossas fronteiras emocionais precisam ser estendidas. Nós vivemos um grande dilema em nossos dias: para que nós possamos alargas nossas fronteiras emocionais dependemos do outro, das pessoas com quem nos relacionamos. Alargar as fronteiras emocionais tem a ver com o seu relacionamento com Deus e com seu relacionamento interpessoal – com seu cônjuge, com seu namorado ou namorada, com seu líder, com seu grupo de discipulado, com seus discípulos, com seus colegas de trabalho.

Muitas vezes nós achamos que, quando a Palavra de Deus nos fala de relacionamento, é algo para praticar somente no meio da família natural ou da família de Deus. Não é verdade. Todos os Seus princípios podem e devem ser colocados em prática em todos os seus relacionamentos. Deus criou a terra, os animais, a lua, o sol, as estrelas, o homem que colocou sobre a terra. Você acha que Deus errou por ter criado o homem só? Não. Tudo o que Deus faz é perfeito. Deus criou o homem para que ele pudesse dominar sobre a face da terra. A Bíblia narra que durante a criação, no fim de cada dia, Deus olhava e via que era bom, mas quando ele criou o homem, a Bíblia diz que Ele olhou e viu que era muito bom. Deus criou uma companhia para o homem não porque este tenha pedido. Podemos ver como Deus é maravilhoso, e como Ele nos conhece. Antes mesmo que você chegue diante de Deus com o seu pedido, Deus já conhece tudo.

Deus conhece as nossas necessidades antes mesmo de nós, porque Ele é nosso Pai, Ele é nosso Criador. Como o Dr. Myles Munroe dizia em seus livros: “Deus nos criou e possui o manual do fabricante. Logo, se surge algum defeito, ninguém melhor do que o fabricante para consertar, não?” Quando algum aparelho funciona de forma errada, nós mandamos para alguém que entenda o seu funcionamento para que possa consertá-lo. Todo o eletrodoméstico vem como manual do fabricante para que seja reparado se tiver problemas.

Nesse manual do fabricante, a primeira coisa é que não foi Adão que sentiu falta de alguém, mas foi Deus que viu que não era bom que ele estivesse só. Eu sei que a maioria pensa: “Eu tenho que casar”. Eu não sei se você tem que casar. Quem sabe disso é você. Quando eu falo que não é bom que o homem esteja só, não é bom que a mulher esteja só, não é bom que ninguém esteja só, eu não estou falando somente de casamento; mas não é bom que o ser humano não se relacione. Se você não começar a viver esses princípios, não adianta ter uma companhia ao seu lado. Quantas vezes eu encontro mulheres e homens, bem casados, que me pedem oração dizendo: “Eu quis tanto casar e consegui, mas continuo me sentindo só, continuo sentindo um vazio”. Quero deixar uma coisa muito clara: casamento não cura o problema da solidão.

Algumas pessoas falam que não se sentem sós porque têm seus cachorrinhos ou gatinhos. Tem gente que tem dois, três, quatro, ou até mais. Mas eles não substituem qualquer pessoa. Muita gente fala assim: “Quando eu estiver sozinha, vou comprar uns três passarinhos para me fazer companhia”. Os passarinhos podem fazer companhia, mas nunca vão tirar esse sentimento de solidão e isolamento. Você precisa ter relacionamentos com pessoas da sua espécie. A ciência mostra que alguns animais chegam bem perto na cadeia genética do homem, mas não se igualam. Isso mostra que Deus nos criou únicos.

 

Sobre o colunista

Nascida em Goiânia, Lúcia converteu-se ao cristianismo aos 17 anos. Mesmo diante de uma carreira promissora como jogadora de vôlei, ela decidiu se dedicar à missão de levar a Palavra ao mundo, de conquistar almas para a vida em Jesus. Aos 19 anos, casou-se com Robson Rodovalho e juntos fundaram a Igreja Sara Nossa Terra. Hoje sãos bispos e presidentes mundiais do ministério evangélico. Teóloga e doutora em Filosofia, formou-se também em Psicologia pela Universidade Católica de Brasília, especializando-se em terapia familiar. É fundadora do mais expressivo ministério liderado pela Sara Nossa Terra, o Arena Jovem. O projeto nasceu em 2003, em Brasília, quando a Bispa Lúcia Rodovalho assumiu o desafio de mobilizar a atenção de milhares de jovens e apresentar-lhes a vida em Jesus Cristo - um caminho que levaria à transformação de suas vidas. Das habilidades que lhes são inatas e das que construiu ao longo da vida com sua experiência profissional, Bispa Lúcia considera sua capacidade de ouvir e entender o outro como o aprendizado mais relevante e decisivo para sua missão de evangelização. Quanto ao foco de seu trabalho, estruturado o projeto Arena Jovem em todo o Brasil, tem se dedicado principalmente ao tema família. Para a Bispa Lúcia Rodovalho, o amor, a base de uma família, germina à luz do respeito, do diálogo e do perdão. E a família é a base sobre a qual se constrói um futuro de realizações.

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