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Manifestações populares marcadas pela violência

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Manifestações populares marcadas pela violência

Manifestações populares marcadas pela violência

Congresso-Nacional-InstagranDivulgação1
Congresso Nacional – Brasília DF

As manifestações, cada vez mais crescentes nos centros urbanos, têm levado milhares de pessoas às ruas em busca de seus ideais. Com um forte impacto na sociedade, os protestos iniciados em junho de 2013 de forma pacífica, vêm gerando conflitos entre os manifestantes, a polícia e a imprensa. Depredações de órgãos púbicos, prisões e até a morte, como aconteceu com o cinegrafista de TV, Santiago Ilídio Andrade, foram registradas nos últimos atos.

Diante dessa onda de violência que está se alastrando pelo país, a Organização dos Estados Americanos (OEA), realizará no próximo dia 28 de março uma audiência pública em Washington (EUA). Na ocasião, o Governo Brasileiro terá a grande missão de responder à sociedade civil sobre a violência policial, criminalização dos manifestantes, leis de exceção e repressão a jornalistas e advogados, conforme informado pela organização de Justiça Global no Brasil.

Muitos lutam por questões que desrespeitam o bem estar de toda à sociedade, como o aumento das tarifas do transporte público e as péssimas condições de uso, valorização da mão de obra, educação e saúde. Todavia, entre eles, se aglomeram adolescentes, jovens e adultos que por não verem a ação efetiva dos órgãos competentes resolvem fazer justiça da maneira que lhes convêm.

Segundo informações divulgadas, nesta segunda-feira (17), a realidade não foi diferente. A BR-040, que liga o entorno sul à Capital Federal, foi bloqueada por manifestantes que reivindicavam melhorias no transporte público do Distrito Federal. Durante o protesto, três coletivos foram incendiados e houve congestionamento na rodovia. Policiais da Tropa de Choque foram acionados para conter o tumulto.

Alguns pontos do país também ocorreram paralisações, como a dos professores das escolas municipais e estaduais do Rio Grande do Sul, que aderiram à paralisação nacional. Em Belém, no Pará, servidores públicos, municipais e estaduais ligados a 11 sindicatos realizaram uma passeata, contra o decreto que instituiu o corte das gratificações, ocasionando com isso, longos congestionamentos.

Em entrevista recente, a presidenta Dilma Russeff manifestou aversão a qualquer ato de violência nas manifestações. Para ela, pessoas que escondem o rosto não podem ser consideradas democratas. “São democratas aqueles que lutam por mais qualidade de vida, defendem com paixão as ideias que tem a grande maioria dos manifestantes”, destacou.

Em Eclesiastes 3:8 diz que: “há tempo de amar e tempo de aborrecer, tempo de guerra e tempo de paz”. Muitos buscam essa paz, mas há aqueles que se deixam levar pelas facilidades que a vida oferece, sem medir as consequências de seus atos, fazendo com que suas vozes não sejam ouvidas e as reivindicações que buscam acabam passando despercebidos.

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Angelo Rocha Desenvolvimento WordPress