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Mãe biológica de dois e de consideração por muitos da Sara

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Mãe biológica de dois e de consideração por muitos da Sara

Mãe biológica de dois e de consideração por muitos da Sara

Mãe. Todo mundo tem pelo menos uma. Digo isso pelo fato de termos pessoas que a consideramos com esse cargo. Deus, em sua infinita bondade e misericórdia elegeu ao menos uma aqui na Terra para cuidar de nós. E para representar, personificar um dos tipos de mãe, escolhemos uma pessoa muito querida. E, antes de mais nada, quero pedir licença a você, leitor. Desta vez, o texto será diferente. Não será aquela leitura técnica. Mas, acredito que vá gostar.

Hoje, vamos falar de uma professora mineira. A mãe biológica de Rodrigo e Bruno Faria. Além disso, considerada como segunda mãe de muitos membros da Sara. Já sabe de quem estou falando? Provavelmente, se você for de Minas Gerais ou Brasília, vai saber rapidamente de quem se trata. Vou dar mais algumas dicas. Houve um tempo em que ela decidiu viajar para São Paulo, pois não aguentava mais as duras batalhas da vida. E graças a esse passeio ela encontrou Jesus.

Além disso, era uma líder muita amada no Grupo de Intercessão Oficial no Ministério Sara Nossa Terra, liderado pela Bispa Ana Célia Lira. Provavelmente, você já foi atendido e orou junto com ela na Igreja Sara do Sudoeste (DF). “Que saudade da minha mãe, amiga e intercessora. O céu está em festa. Imagino ela rindo e dançando com os anjos. Só me resta agradecer a Deus o privilégio de ter conhecido uma pessoa com uma alma tão linda”, relata Ana Célia, que a considerava uma mãe.

De acordo com o Bispo e presidente da Sara, Robson Rodovalho, ela era “uma mulher guerreira, coluna de oração da nossa Igreja e fiel a Deus”. E a Bispa Lúcia endossa que “estava sempre em nossos Encontros de Fé e Adoração, ainda no tempo de Comunidade         Evangélica. Uma vida fiel à Igreja e ao Senhor Jesus”. Sim, estamos falando de Mery Neves.

Ela “partiu para a eternidade e deixou uma marca. Nas lembranças da infância ficam o sorriso e abraço dela. Lembro que sempre pedia um chocolate, doce, bala ou até chiclete quando ela voltava das duas Escolas que lecionava. E nunca chegava de mãos vazias, de segunda a sexta. Ela sempre foi muito boa para mim. Celebrava todas as minhas vitórias. A voz dela era um misto de ternura e compreensão. Toda vez que eu tinha medo, me passava tranquilidade”, recorda Bruno Faria.

Mery se virou em vários papéis para conseguir criar e sustentar os filhos. A fé dela era tanta que deixou esse legado. “O principal que me ensinou foi ter fé viva em Jesus e viver a força da palavra de Deus. Aprendi a orar, clamar. A mergulhar na esfera do sobrenatural. Agora, ela está nas ruas de ouro do Reino Eterno, com Deus Pai, Filho e Espírito Santo. E os Anjos. Tenho certeza que foi recebida em festa no Céu!”, homenageia Faria.

E desta forma simbólica, homenageados Mery e todas as outras mães. Parabéns! Feliz Dia das Mãe.

 

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