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Jefferson Lima passou por muitos obstáculos até encontrar as maravilhas no Senhor

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Jefferson Lima passou por muitos obstáculos até encontrar as maravilhas no Senhor

Jefferson Lima passou por muitos obstáculos até encontrar as maravilhas no Senhor

O jovem Jefferson Lima é missionário na Sara Nossa Terra e faz questão de frisar que o Ministério tem uma estrutura que faz a pessoa sair do zero para se assentar entre os príncipes.
Neste relato ele descreve a história milagrosa de perdão e restauração com seu pai e ainda revela  que na infância o viu ir embora e chegou a pensar que o pai estava morto. No entanto, na pré-adolescência o reencontrou descobrindo que seu progenitor estava vivo. Além deste milagre, Jefferson conta a bênção do casamento.
O jovem conta que sua infância foi muito bem vivida, pois nasceu em uma cidade que tinha muitos rios, verde, próximo à natureza. “A minha infância foi de muita aventura, gostava de pular de cachoeira, pontes. Sempre tive muitos amigos. Mas ao mesmo tempo a alma marcada pela ausência de meu pai. Com dois, três anos de idade ele disse que ia sair, e eu lembro a cena dele indo embora. E depois disto, ele nunca mais voltou, e aquilo me marcou. Consegui ter contato com ele novamente somente aos  13 anos de idade. Entretanto, antes deste reencontro,  a minha avó me chamou e disse que meu pai tinha falecido, o que só depois de anos soube que não  era verdade. Na verdade ele estava preso, mas quando ele foi solto eu e meu irmão fomos encontrá-lo. Quando o vi, ele tinha vergonha, pois estava sem dente, sem unha nas mãos, pois ele foi torturado na cadeia. Mas eu até que entendo o lado dele-  lembro que pedi bênção e ele nem respondeu- ficou olhando. Isto foi mais o que me marcou na infância . Infelizmente acabei associando a eternidade terrena,  com a do céu, pois achava que Deus tinha me abandonado, por causa daquilo. É incrível como o ser humano associa a paternidade de Deus com a do homem”, relembra.
SARA NOSSA TERRA
Ele conheceu a Sara Nossa Terra aos seis anos de idade, no entanto firmou-se após o Revisão de Vida, na adolescência. ” Minha mãe tinha acabado de se divorciar e ela conheceu o meu padrasto, e ele era membro da SNT. Sempre fui da Igreja Católica desde criança, e meu avô que sempre cuidou de mim na infância sempre me ensinou a rezar. Aos 5 anos eu sabia rezar tudo – era o orgulho da família. Fui para a Sara Nossa Terra, por intermédio de meu padrasto e senti a Glória de Deus. Foi ali que eu tive uma experiência de sentir o toque do Pai.  Naquela época ia meio que obrigado, minha mãe dizia que se  não fosse à igreja, não ia jogar bola no fim de semana ou sair com os amigos. Ia à igreja, mas não havia mudança. No entanto, aos 13 anos de idade fui para o Revisão de Vidas e ali tive a centelha inicial”, define.
REVISÃO DE VIDAS
Na época, no Encontro com Deus, hoje, Revisão, Jefferson identificou o porquê ele tinha alguns traumas e problemas emocionais. “Porque eu era bloqueado e não entendi nem o que era explicado na escola. Pois eu ouvia em casa que eu era burro, que seria igual meu pai – apesar de não ter convivido com ele, eu ouvia muito – você é igualzinho seu pai. E ele havia sido preso por homicídio. Ouvi coisas terríveis, como por exemplo, você tem tudo para ser um assassino. E, uma criança ouvir isto  é uma facada no coração. No Revisão, comecei a chorar na sexta-feira e fui parar no domingo à noite, e segunda chorei de novo. Deus foi começando a fazer uma transformação na minha vida e caráter, me curando.   Pude entender que apesar de ter um padrasto, eu não tinha um pai, como por exemplo, alguém que me falasse: –  vamos jogar bola, sou seu amigo – eu não tinha isto. E, no Revisão, a palavra que mais me marcou foi sobre o perdão e a cura. Foi onde eu entendi que Deus era meu pai. Pois se mãe e pai abandonam, o Senhor jamais abandonará. E foi ali que começou o processo de transformação”, salienta.
CASAMENTO
Ao lado de Dayane, o ex Cabo da Aeronáutica, enfatizou que o casamento foi um milagre do Eterno. ”   Casei  aos 21 anos e minha esposa  aos 18. Entregamos nossas vidas por completo. Os nossos familiares que não apoiavam na época, eu até os entendo; hoje, são os que  nos pedem oração. Depois que nos casamos – em nossas famílias-  todos começaram a casar-se, pois  muitos eram juntados. A maioria não tinha Ensino Médio e  aquela maldição foi quebrada. Temos uma filha de quatro anos”, comemora.
LIDERANÇA E RESPOSTA DE ORAÇÃO
  Aos 16 anos, quando mudou-se para Campo Grande, terminou o Instituto de Vencedores e abriu sua primeira célula. ” Nunca mais parei.  Com 17 para 18,  fui ungido diácono. A resposta de oração mais importante que tive foi a conversão de meu pai biológico, pois era viciado em álcool, drogas. Lembro, que certo dia, saí da Escola e vi meu pai caído no bueiro  , pois ele morava com minha avó e nunca estava em casa; ele voltava lá quando estava no fim da linha. Encontrei meu pai naquele lugar, em uma rua movimentada, e o bueiro estava sem tampa, uma perna caiu dentro e a outra ficou de fora.  Quando meu pai me viu, ele estava bêbado e começou a chorar. E lembro que não pude fazer nada, pois não tinha como o carregar,  deixei-o e fui embora para Campo Grande – meu pai foi preso novamente depois disto. E a vida dele é um milagre: ele foi solto. E depois que eu tinha um ano de casado, neste tempo todo eu orando para Deus guardar a vida dele para não ser morto na prisão. Ele me procurou, veio falar comigo. E ano passado meu pai foi enviado para auxiliar um pastor na Assembleia. Hoje ele tem uma empresa de refrigeração, casa, dois carros. E se tornou presbítero.  Tem uma vida intensa de oração. Ele não tinha dente na boca e hoje estão completos. Esta foi para mim a maior resposta de oração –  a mudança dele.   Eu sempre falo para meus discípulos: ninguém vai encontrar na terra uma visão igual  na SNT, uma estrutura que faz a pessoas saírem do zero e tornaram-se como príncipes, quer dizer, na Sara Nossa Terra a pessoa tem que saber  o chamado, propósito. A igreja é um Trem Bala, ação de paixão. Não existe existe uma pessoa ser Sara Nossa Terra e não estar cumprindo o chamado . Nós não paramos nunca! inclusive, fazemos evangelismo na praça e parque na cidade de Amanbai, levamos violão  e vendemos bombom dentro da rotina da visão e convidamos os indivíduos para irem à igreja, onde seguimos tudo que é direcionado pelo bispo Tales, que coordena o Arena Jovem em Campo Grande. Ele é fantástico”, finalizou.
Texto: estagiário Bruno Faria sob supervisão de Jeane Magalhães
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