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Janilson Junior testemunha o mover de Deus em sua história

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Janilson Junior testemunha o mover de Deus em sua história

Janilson Junior testemunha o mover de Deus em sua história

13240615_928006353994901_3493046735766787738_nJanilson Junior, nasceu em Recife/PE, em um lar cristão. Seus pais ainda jovens conheceram a Palavra e ensinaram para seus nove filhos os caminhos de Deus. Em 1992 vieram para Brasília em busca de uma vida melhor.

“Meus pais sempre tiveram a preocupação de nos ensinar o zelo pelas coisas de Deus e então nós tínhamos bastante culto doméstico. Eles sempre ministravam a Palavra e diziam para que tivéssemos sempre a oração em nossas vidas, acima de tudo e qualquer coisa. Eu comecei a querer entender o porquê daquela preocupação deles de servir ao Senhor, por que se dedicar tanto aquilo”, conta Janilson.

Ele e seus irmãos começaram a procurar saber no mundo do conhecimento o porquê dessa preocupação de almejar tanto o céu e ao longo do tempo Deus foi dando as respostas. ”Fomos criando e tendo experiências profundas com Deus. Aos 06 anos já ministrava a Palavra e portas foram sendo abertas para outros ministérios, convites para outros estados”.

Em 2012, Janilson conheceu sua esposa Areta e foi quando começaram as dificuldades. Tudo começou a apertar do nada. Seis meses depois do casamento, ele começou a sentir os primeiros sintomas de uma doença chamada dermatopolimiosite, que é rara e autoimune. “Isso estava acabando com o meu corpo, a pessoa começa a encurvar, a ficar fraca, a definhar e ficar cada vez mais debilitada. Os médicos dão três meses apenas para os pacientes com esses casos”.

Com quatro meses da doença conseguiram diagnosticar precisamente, e ele já estava em um estado muito critico. Sua esposa saía para trabalhar muito cedo e o deixava em uma posição e quando voltava tarde da noite o encontrava do mesmo jeito.

Todo o seu sistema respiratório estava comprometido, ele não aguentava se mexer, nem fazer nada, deitado o dia todo. Tudo começou com dores pelo corpo e feridas. “À noite eu chorava escondido da minha esposa, não queria que ela visse, porque coçava e estava uma situação muito ruim. Muito antes eu havia pedido uma experiência com Deus, um testemunho para contar, mas não me lembrava disso”.

Foi para o hospital e ali ficaria internado quatro meses, sendo tratado com corticóide , que o deixava ainda mais inchado. “Nos quartos onde eu estava sendo internado os pacientes que ficavam ao meu lado estavam morrendo e a minha esposa e eu estávamos ficando ainda mais agoniados. Os médicos que estavam me tratando eram espíritas e ouvi eles comentando e achando estranho a situação das pessoas morrendo pelos quartos onde eu passava, como se eu tivesse uma energia ruim. Ali eu orei a Deus sobre aquela situação. Depois trouxeram uma outra pessoa para o leito ao lado”, lembra.

Em um determinado momento, Janilson viu o desespero da mãe do jovem que estava ali do seu lado, chamando pelo médico e quando olhou viu uma sombra vindo por cima dele e ela ia descendo. Ele estava tendo uma febre muito alta, e ele não podia ter febre, pois viria a óbito. “Perguntei a Deus naquele instante o que era aquilo e o Senhor falou comigo, era o espírito da morte me perseguia, mas que Ele estava comigo, por isso a morte estava levando quem estava ao lado, despreparado e desprotegido”.

Ali com a pouca força, Janilson pediu ajuda para a esposa para se levantar e foi repreender aquela situação, porque Deus estava lhe ordenando que levantasse. Seus pais chegaram naquele momento e o ajudaram na oração. No mesmo instante o rapaz ficou bom e a temperatura do corpo dele baixou.

Com duas semanas Janilson foi liberado do hospital, seu quadro já apresentava um grande progresso e sua médica dizia que ele deveria se apegar a fé, porque aquilo era nítido na sua vida. Ao mesmo tempo veio outro médico e disse que ele não poderia mais pregar e cantar e ali parecia que tudo estava desmoronando para ele, mas se firmou e levantou de novo. Ele disse então que pelo menos nos primeiros dias deveria ficar em casa, mas no primeiro convite ele foi falar de Jesus.

“Tudo começou a mudar, as portas começaram a se abrir. Eu não tinha carro e ganhei um. Estava sem casa própria e ganhei a minha casa. Conseguimos pagar todas as nossas dívidas. E tem três anos que eu estou em tratamento da doença, mas vivo uma vida tranquila, prego e canto”, diz.

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