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Histórias de pais que demonstram o verdadeiro sentido da palavra "Pai"

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Histórias de pais que demonstram o verdadeiro sentido da palavra "Pai"

Histórias de pais que demonstram o verdadeiro sentido da palavra "Pai"

MosaicoSer pai é um dom, uma missão concedida por Deus aos homens. Muitos pais são guerreiros, batalhadores e vivem por seus filhos, criando-os até mesmo sem a presença de uma mãe.

Jair Cabral de Aguiar, de Caxias do Sul/RS, é um desses exemplos de garra e determinação quando o assunto é ser pai. Em 1999 se divorciou de sua esposa e teve que cuidar sozinho de sua filha Jully, com apenas 2 anos na época. “Ela foi crescendo junto comigo e me proporcionava cada vez mais alegria. Eu sabia que não ia ser fácil, deixei minhas prioridades para cuidar dela, brincar, ir ao parque, ir ao shopping e nos divertir juntos,” conta Jair.

Mesmo sem deixar faltar nada para sua pequena, a situação nem sempre foi fácil, a vida financeira não era tão boa. “Me recordo muito bem que nos primeiros natais, por falta de dinheiro, eu dava para minha filha um presente de R$1,99 e eu chorava muito, chorava escondido para que ela não visse o sofrimento de um pai batalhador. Queria dar um presente melhor, mas não podia,” relata.

Jully e Jair passaram por diversos momentos, muitos de provação, como quando Jair ficou internado por 32 dias e teve a perna amputada. Mas felizmente, encontraram graça diante de Deus ao conhecer a Sara Nossa Terra de Caxias do Sul/RS e tudo mudou. ” Meu pai, desde sempre demonstrou seu amor, cuidado e carinho por mim. Ele deixava de fazer as coisas dele pra me ver sorrindo. Isso é incrível! Ser a filha do cara mais legal, mais divertido, sorridente e, viver momentos maravilhosos ao lado dele,  apesar de todas as dificuldades, não tem preço. Meu pai não tem uma perna, mas em compensação tem um carinho enorme em tudo o que faz ” afirma Jully Aguiar, 17 anos.

Mas pai não é só aquele que gera, também é aquele que educa e dá amor. Muitos homens cuidam tão bem dos filhos de suas companheiras que merecem ser chamados de pai. Assim aconteceu com o casal Nádia Suedt e Ivan Loie, de São Paulo/SP.  Aos 28 anos Nádia que é decoradora, ficou viúva, com duas filhas pequenas e 2 meses de gravidez.  No quinto mês de gestação, ela decidiu que precisava fazer uma reforma em sua casa, para prepará-la para a chegada de uma nova criança.

O que ela não esperava era que, durante essa reforma encontraria um grande companheiro e pai para seus filhos. Ivan é engenheiro e na época foi contratado para projetar um ambiente de lazer para a casa de Nádia, onde também acompanhou toda a reforma e acabaram se tornando grandes amigos.

Passado um ano, Ivan resolveu se declarar para Nádia. “Ele dizia que esse amor foi uma escolha feita por ele desde o primeiro dia em que me viu, com aquela barriga linda, como ele mesmo diz. Eu já estava no sexto mês,” afirma. No início, relutou em aceitar, por temor ao amor que Ivan teria com seus filhos, mas ele comprometeu-se a amar não somente Nádia, mas os filhos dela, como se fossem dele. ” Não achei que seria possível existir alguém que fosse capaz de moldar-se rapidamente na figura de pai, de filhos que nem eram seus, ainda mais sem ter a menor experiência.”
Casaram-se e hoje vivem em meio a um grande amor que une toda a família. Ivan pode também ser pai de um filho biológico, mas sem diminuir seu amor pelos outros e sim multiplicar.

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