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Francis Germano perdeu a mãe quando nasceu e passou por trauma com o suicídio do pai

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Francis Germano perdeu a mãe quando nasceu e passou por trauma com o suicídio do pai

Francis Germano perdeu a mãe quando nasceu e passou por trauma com o suicídio do pai

Francis Germano tem uma trajetória de vida marcada por muita dor, perdas, traumas, feridas emocionais e um sentimento de morte que o perseguia. Contudo, o “hoje”, co-líder de célula reconhece que foi resgatado por Deus.  No nascimento traumático, a mãe faleceu, logo após o pai entrou em depressão e Francis foi criado pelos avós. No entanto, ao chegar à Sara Nossa Terra , por convite de uma célula, ele viu que tudo poderia mudar. “Sou da SNT de Ilhabela. Estava em um momento complicado de minha vida e já foi sobrenatural  no primeiro dia da reunião.  Antes da igreja minha vida era totalmente sem sentido. Passei por muitos sentimentos tristes que a vida impôs.  No dia que nasci, ou minha mãe escolhia a vida dela ou a minha. A perdi no momento do parto. Sem entender o por quê,  carreguei uma culpa. É difícil até hoje falar esse assunto, pois minha garganta da um nó e me dá vontade de chorar. Cheguei a culpar até Deus”, lembra.

Francis conta que tinha pouco contato com o pai. “A depressão do meu pai foi piorando cada vez mais. Ele teve outro relacionamento.  Este relacionamento com a segunda esposa  não deu certo e a depressão foi aumentando cada vez mais. Até certo ponto, que ele escreveu uma carta  na véspera do meu aniversário. Dizia que amava muito a gente e pedia perdão para nós e família. Enfim, ele se suicidou e vivi por muitos anos procurando entender isto”, emociona-se ao recordar.

Diante de tanto sofrimento, ele literalmente teve a vida transformada no Revisão de Vidas.  “Fui para o Revisão de Vidas e lá minha vida começou a ser transformada. Tive entendimento de tudo que passei e descobri o propósito de Deus para minha vida. Entendi que  tudo coopera para o bem daqueles que amam a Deus, e tenho esta palavra guardada no meu coração. Agradeço muito meu pastor e estou desenvolvendo minhas funções como discípulo. Aqui não é somente uma igreja, mas é uma família”, destaca.

No novo ciclo de vida, o sentimento de morte que batalhava contra sua mente sumiu.  “Me vi várias vezes querendo tirar minha vida. Hoje tenho um pensamento totalmente diferente e não sou mais aquele que chora de tristeza. Hoje eu tenho chorado de alegria e entendido que nada foi em vão. A Sara Nossa Terra é onde quero estar sem sombra de dúvidas. O melhor lugar da minha vida”, comemora.

Texto: estagiário Bruno Faria sob supervisão de Jeane Magalhães

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