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“Eu não quero acabar com o Carnaval, quero ajudar e transformar”, diz Baby do Brasil

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“Eu não quero acabar com o Carnaval, quero ajudar e transformar”, diz Baby do Brasil

“Eu não quero acabar com o Carnaval, quero ajudar e transformar”, diz Baby do Brasil

A pastora Baby do Brasil tem uma trajetória polêmica no meio evangélico. Após ter se convertido, abandonou a música secular e passou a gravar canções gospel. Tempos depois, voltou a se apresentar como cantora e gravou músicas que nada tem de religiosas.
Em 2012, conduziu um trio elétrico gospel em Salvador, onde também pregava e orava.  Dois anos depois, se apresentou ao lado da banda Olodum e da Orquestra Sinfônica da Bahia em um bloco carnavalesco. Na ocasião, declarou: “Eu gosto de festa porque eu acho que Deus é festa e o Carnaval de Salvador é uma grande festa. E é por isso que estou no carnaval”.
Esta semana ela comandou pela primeira vez um bloco de Carnaval em São Paulo, com o nome óbvio de “Bloco da Baby”.  Este ano a artista completa 50 anos de carreira e levou para as ruas uma mistura de estilos, incluindo sucessos antigos, músicas gospel e até uma pequena orquestra sinfônica.
Em entrevista à Folha, a pastora falou sobre a festa popular de uma maneira bastante diferente da imensa maioria dos líderes cristãos: “É preciso pular o Carnaval como criança. Vamos brincar, vamos dançar. Eu não quero acabar com ele, quero ajudar e transformar.”
Fiel ao seu estilo, afirma que pretende promove uma campanha em prol da endorfina. Produzida pelo cérebro, a substância é conhecida como “hormônio do bem estar”.
“Para o ano que vem eu vou fazer a campanha fique bêbado de endorfina, drogue-se de endorfina”, promete. “Eu, por exemplo, não bebo nada, não tomo droga nenhuma e tô quicando igual a um ioiô”, justifica.
Em vídeos divulgados em sua página oficial, ela aparece fazendo uma oração de consagração e puxando um “pai nosso” com os foliões.
Fonte: Gospel Prime

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