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"Desde criança Deus impediu de tomar decisões como suicídio", diz Ariene da Cruz

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"Desde criança Deus impediu de tomar decisões como suicídio", diz Ariene da Cruz

"Desde criança Deus impediu de tomar decisões como suicídio", diz Ariene da Cruz

Em meio a jogos que reforçam o suicídio entre adolescentes, séries de TVs que mostram que a depressão tem tomado cada vez mais espaço na cabeça dos jovens, como se sobressair a tudo isso quando você se vê em meio a chacotas, humilhações, preconceito? A jovem Ariene da Cruz sofreu com o chamado bullying. Seria a cor de sua pele, os cabelos, classe social? Ela teve que conviver com isso a infância inteira até chegar aos 14 anos de idade.
“Enquanto eu ainda sofria os preconceitos e os bullyings, apesar de serem muito dolorosos, parecia que aquilo fazia parte de mim, entende? Parecia que eu tinha nascido e tinha sido destinada pra viver excluída da sociedade, porque era algo que eu vivia desde a minha infância. Era muito doloroso e isso fazia com que eu não tivesse vontade de viver, ir atrás dos meus sonhos. Eu me lembro de diversas vezes ficar sentada sozinha em alguns cantos da minha casa repetindo “ninguém gosta de mim, ninguém me ama”. Então eu ia crescendo com essa sensação de que eu não era amada e quando eu chegava na escola, os alunos tinham atitudes que só confirmavam que era verdade”, lembra.
Mas como ela conseguiu se levantar e dar a volta por cima? O processo foi longo, mas quando conheceu verdadeiramente a Deus e Sua Palavra, a sua vida começou a ter sentido. “Eu carrego em meu coração Jeremias 1:5 que diz que o Senhor cuidava de mim desde o ventre da minha mãe e eu creio que isso é verdade. Acredito que desde criança o Senhor me protegia e me impedia de tomar decisões como suicídio e tudo mais. O que me ajudou a continuar caminhando, foi criar laços fortes de amizades com pessoas certas e que realmente se importavam comigo. Que faziam com que eu me sentisse verdadeiramente amada e que me abraçavam quando alguém vinha zombar de mim”.
E diante do assunto ter tomado conta das rodinhas entre amigos, das postagens nas redes sociais, Ariene resolveu se abrir e quem sabe assim, poder ajudar tantos outros jovens que passaram ou que ainda vivem a mesma situação. Com um relato emocionante em sua página no Facebook , ela conta como foi viver o preconceito tão latente. A mãe, Suzi Machado, diante da repercussão da história da filha, acredita que a mudança já começou. “A cura interior na Ariene veio de dentro para fora, e nós sabemos que Jesus que transformou a vida dela, foi a luz da vida dela. E a história dela não é única e não pode parar aqui, porque eu sei que ela é uma das pessoas que vão mudar essa geração e essa ajuda será de grande valia para outros jovens”.
“Hoje quando eu olho pra trás, vejo o quanto isso me travou em muitas áreas. Escola, relacionamentos e tudo mais. E a Sara Nossa Terra teve um papel fundamental através dos líderes, do Instituto de Vencedores e todos os congressos e conferências, fizeram com que eu começasse a enxergar o meu valor, não só meu valor pra Deus, como também para as pessoas. Então eu comecei a me tratar de dentro pra fora e as vendas começaram a cair, me fazendo ver a realidade, ver quem eu era com os olhos de Deus. E todo aquele sentimento de desvalorização, de medo, de solidão, se converteram em vida e amor próprio. Acho importante relatar sobre minhas cabeleireiras que também ajudaram a trabalhar minha autoestima, minha cor e principalmente me sentir linda com meu cabelo”, destaca Ariene.
 
 

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