Depoimentos

“ Eu era introvertida e cheia de medo”, recorda Débora Muniz

“ Eu era introvertida e cheia de medo”, recorda Débora Muniz

“ Eu era introvertida, cheia de medo. Deste modo, amei a forma que fui recebida na célula”, com esta afirmação marcada por Gratidão, Déborah Muniz define que a Sara Nossa Terra é uma igreja marcada pelo amor. No depoimento, a jovem líder de células, conta a forma pela qual chegou à Sara Nossa Terra por meio de uma prima que já frequentava a igreja. “ Fiquei fascinada pela alegria e paixão que as pessoas tinham. Imediatamente já me senti parte da igreja”, recorda ao explicar que fazia parte de outra denominação. “ Na realidade eu me converti aos nove anos”. Déborah reflete que ao receber uma resposta do Espírito Santo aos 12 anos de idade, foi motivada a se batizar. “ E não foi fácil, pois com esta idade eu estava começando a descobrir quem eu era. Mas depois, tudo se tornou tão natural para mim: buscar a Presença do Senhor”. “ Vim de uma família desestruturada e através do cuidado de pessoas de pessoas da igreja fui sendo transformada”, reforça Déborah ao refletir que o Revisão de Vidas também foi um marco na vida dela. “ Uma experiência impactante para mim! E dou glória a Deus pela Sara Nossa Terra trabalhar com liderança, pois foi deste modo que fui sendo tratada e trabalhada em meu caráter”. Por fim, a jovem líder de 18 anos conta que aos 13 anos, ao orar por uma amiga que poderia ter que tirar o útero, por causa de cistos, foi literalmente curada. “ Fiquei impressionada com aquela experiência espiritual. Uma oração simples: o Senhor me ouviu e atendeu a minha intercessão. Aqui na Sara minha identidade está sendo construída”.


” Na Sara encontrei identidade”, diz Pamela Streeb Pires

” Na Sara encontrei identidade”, diz Pamela Streeb Pires

“Eu era uma pessoa fechada e infeliz. Era dependente sobre o que os outros pensavam de mim”, diz a líder de célula Pamela Streeb Pires. A jovem encontrou na Sara Nossa Terra um espaço de mudanças em todas as áreas da vida - financeira, emocional e íntima. Ela, inclusive, se define como um vaso de barro nas mãos do Senhor. “Estar na Sara me fez crescer muito. Criei minha identidade. E um dos maiores milagres que vivi foi meu casamento. Não tinha recurso e o pessoal da igreja ajudou bastante”. O casamento de Streeb foi restaurado. O marido que antes tocava no mundo, em bares, hoje, ministra louvor na igreja. Pamela sabe que o Pai escuta suas orações. "Estava passando por uma situação financeira muito difícil. Cheguei a pedir a Deus um litro de leite. Após 40 minutos a sogra trouxe um pacote, sem saber de nada". Por conta disso, ela é muito grata "pela oportunidade de fazer parte da SNT e poder ser Parceiros de Deus”.


“Faltava diálogo com minha família”, reconhece Luan Carvalho

“Faltava diálogo com minha família”, reconhece Luan Carvalho

“Há cinco anos estava com minha vida completamente destruída. Relacionamentos errados e drogas. A comunicação com minha família não era muito bacana, faltava diálogo", rememora Luan Carvalho. Através de um amigo ele conheceu a igreja. Deste modo, as pregações confrontaram o jovem que desejava mudanças. “Me identificava com as palavras e queria transformação”. O divisor de águas na vida dele foi o Revisão de Vidas. “Deus colocou uma chama, um propósito e chamado. O relacionamento com minha família foi restituído através de muita oração. Ser Sara Nossa Terra para mim é estar apaixonado por almas, Jesus e o evangelho.” Com a ajuda d'Ele, Carvalho seguiu adiante e tornou-se um líder com vários discípulos. “Estão comigo na missão para alcançarmos novas vidas”. E acrescenta que as palavras dos "Bispos Robson e Lúcia Rodovalho aplicadas para as nossas vidas geram mover sobrenatural”.


“Sofri bullying e cogitei tirar minha própria vida” , diz Natália Guedes

“Sofri bullying e cogitei tirar minha própria vida” , diz Natália Guedes

O bullying é uma realidade destruidora da alma e do físico. E não pense que é frescura ou coisa de geração ‘mimimi’. Muitas pessoas sofrem com piadas, comentários e gestos maldosos. Quem passa por situações desconfortáveis precisa de ajuda. E quem o pratica deve parar e ter empatia ao próximo. “Invadiram minhas redes sociais e postaram fotos obscenas. Acabei sofrendo bullying pesado, das pessoas me xingarem. Indivíduos falando para eu morrer. Ofendiam a minha família e eu. Isto durou um ano. Não contei para ninguém. Mas cogitei tirar minha vida. Pensava que ninguém sentiria minha falta”, resume Natália Guedes. O desespero era tamanho que ela ficou “fria espiritualmente. Achava que não podia contar com ninguém, nem com Deus”. Após um longo período de sofrimento, uma luz surgiu e transformou para sempre a vida dela. “Não sabia qual era o meu propósito e me sentia um peso na vida das pessoas. Mas tive oportunidade de ir para o Revisão de Vidas e minha vida mudou completamente.” O Revisão de Vidas foi um verdadeiro encontro com o Pai. “Desde então Deus tem me usado muito na vida das pessoas. Me tornei discípula dos pastores Pedro e Juliana Zanine, da equipe Força. Tenho discípulas, célula e sou muito feliz”. Agora, Guedes é a “melhor versão de mim mesma”, agradece.


” Vivia de aparências e relacionamentos superficiais”, diz Bruna Dietrichkeit Leal

” Vivia de aparências e relacionamentos superficiais”, diz Bruna Dietrichkeit Leal

-- "Minha vida antes era marcada por tudo que o mundo podia dar, mas era vazia. Estava sempre a procura de relacionamentos amorosos e pensava que eles iriam me preencher. Era dependente da opinião das pessoas, perdida em uma identidade falsa. Buscava em festas, bebidas e pessoas, uma alegria que acabava quando eu acordava", alega a Bacharel em Direito, Bruna Dietrichkeit Leal, ao relembrar que vivia de aparências e se achava um sepulcro caiado. "Antes eu conhecia Jesus apenas de ouvir falar". Contudo, através de um amigo de trabalho, Bruna foi desafiada a conhecer a Sara Nossa Terra, por ser uma igreja avivada espiritualmente. O desafio foi engrandecedor. "Descobri quem eu sou, onde estou e para onde vou. E quando conheci o Espírito Santo e manifestações me apaixonei a cada novo dia pelo Reino de Deus." E as boas experiências não pararam. Ao fazer a aula no Instituto de Vencedores sobre "Paixão pelo Perdido" ela encontrou uma missão. "Quando saí daquela aula, entrei no meu carro em direção à minha casa. Ao ver as pessoas nas ruas, as vi como se fossem zumbis. E comecei a chorar copiosamente. Como se elas estivessem perdidas" e decidiu tornar-se "primeiramente Líder de mim mesma. Depois Líder de célula. Hoje, com meu esposo sou líder de equipe". Além disso, no meio do percurso, ela realizou sonhos. "Sou casada há quase cinco anos e sou mentoreada por uma liderança apaixonada por Jesus. Lembro de colocar no meu cartaz dos sonhos que eu queria fazer a faculdade de Direito. E, certo dia, uma pessoa de minha família me procurou e falou: vai atrás do curso que você quer fazer, vou pagar a faculdade inteira", recorda a primeira cristã da família.


Em momento de dor, Letycia Pereira encontrou afago na SNT

Em momento de dor, Letycia Pereira encontrou afago na SNT

Letycia Pereira começou a frequentar a igreja aos sete anos de idade. Na época, os pais eram líderes. Mesmo vivendo em um ambiente cristão, a jovem passou por um momento delicado. “Quando estava com 12 anos, minha mãe foi embora de casa. Entrei em depressão e reprovei na escola. Foi um dos momentos mais difíceis da minha vida.” As questões familiares acabaram afastando-a um pouco da casa de Deus. Como Ele tem um propósito na vida de todos, com Letycia não foi diferente. “Eu acompanhava alguns cultos. Já conhecia o Arena. Mas o primeiro contato mesmo foi por meio de uma amiga. Fazíamos ginástica juntas. Um dia, fui para casa dela e uma líder bateu no portão chamando para ir para célula. Fui e nunca mais parei de ir”. A moça agora é líder de célula na Sara Nossa Terra. "Deus não completou ainda tudo aquilo que Ele tem para fazer em minha vida. Mas sou grata por tudo o que fez até aqui. E por tudo que vai fazer." Um dos bons feitos na vida dela foi o fato da mãe ter reaparecido. O motivo foi de dor, a morte do irmão de Letycia. Mas ela não tem "palavras para descrever o que o Senhor tem feito. Gratidão por tudo”!