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Denilva Oliveira conta como mudou sua vida quando escolheu servir a Deus

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Denilva Oliveira conta como mudou sua vida quando escolheu servir a Deus

Denilva Oliveira conta como mudou sua vida quando escolheu servir a Deus

12348755_919386978148518_82911143_nNascida no interior de Minas Gerais, Denilva Oliveira, 52, mudou-se para Brasília com sua família para que pudesse estudar e muito cedo começou a trabalhar. Formou-se em Artes Cênicas, mas acabou não exercendo, a pedido do marido às vésperas de se casar. Durante os 18 anos de relacionamento entre namoro, noivado e casamento, o casal teve dois filhos.

“Nós tínhamos um casamento estável, com divergências corriqueiras, é claro, mas tivemos excelentes momentos. Mas tentei mudar demais meu marido e acabei esquecendo de mim e de viver. Sempre fazia algo para agradar a ele, não me colocava em primeiro lugar em minha vida e então o casamento se desfez”, conta.

A vida financeira da família era estável, mas com a separação as coisas começaram a desmoronar. Denilva passou a ter gastos com futilidades, a ir para muitas baladas e viagens, e tudo mais que o mundo secular pudesse oferecer em troca de um mundo vazio com pouco, ou nenhum retorno. A dificuldade em administrar o dinheiro que já existia, tornou-se maior.

“Tinha uma vida social muito ativa, saía de segunda a segunda praticamente, mesmo sem beber bebida alcoólica, nem cigarro ou qualquer outro tipo de drogas”, lembra. Após três anos da separação e de muita balada, Denilva conheceu outro universo, o ciclismo, ao qual passou a se dedicar integralmente, percorrendo longas distâncias até cidades como Pirenópolis, Unaí e Cristalina. Mas um dia, quando se preparava para fazer uma prova de 200km, sofreu uma queda e fraturou alguns ossos, além de sofrer um grande trauma psicológico e não conseguir mais voltar a pedalar.

Quando caiu, chegou a gritar com Deus, embora ainda não conhecesse. Ficou 72 dias de atestado médico, viveu dias de muita tristeza, mas o que Denilva não sabia, é que por meio daquele momento sua vida se transformaria. Logo depois perdeu um cargo que exercia há anos e ficou apenas com um salário, e viu-se envolvida em muitas dívidas. Seus filhos começaram a ir para o mundo e ter a acesso a bebidas e drogas. “Passava noites em claro esperando que meu filho ligasse, pois as vezes ficava dois dias na casa dos amigos sem dar notícias, eu ficava chorando, e assim fui me desvaindo”, conta.

Tempos depois, sentiu-se tocada a procurar uma igreja evangélica. “Eu questionei, porque eu não queria ter um encontro com Deus como evangélica. Achava que todos eram chatos e gritavam muito, mas acabei procurando uma igreja perto da minha casa na internet e decidi ir. Quando cheguei lá, foi justamente assim, um senhor gritando ao meu lado, mas eu senti uma presença de Deus que nunca havia sentido e então comecei a frequentar”, lembra.

Denilva estava cada vez mais endividada e passou a perder os bens materiais. Perdeu o carro semi novo, com três parcelas atrasadas e teve que começar a andar de ônibus, metrô e até bicicleta. Pegou muitos ônibus errados, pois não fazia isso há muito tempo. “Sempre gostei de me arrumar e usar sapato de salto alto. Por várias vezes me arrumava e quando me lembrava que estava sem carro, me sentava na cama e começava a chorar, tinha que mudar o figurino ou até mesmo calçar uma rasteirinha até o ponto do ônibus”, relembra.

As pessoas que antes se diziam amigas das baladas não permaneceram. Os amigos que sobraram foram poucos e alguns sabendo da situação da funcionária pública preferiram manter distância. “Alguns me emprestavam o carro para eu fazer algo em que este fosse imprescindível. Serei eternamente grata a eles. As vezes ficava me questionando, pois quando eu frequentava o mundo secular eu não passava por isso, agora que estou “crente” tudo se desmorona? Como assim Deus? Que Deus é esse?”, afirma.

Em agosto de 2013, foi convidada para fazer o Revisão de Vidas da Sara Nossa Terra.”Eu não tinha nem o dinheiro da inscrição, mas quem me convidou passou no cartão e disse que depois eu pagava. Paguei a fatura do cartão, mas nunca a atitude de quem me mostrou que uma decisão de servir”, diz. Quando voltou do Revisão de Vidas, foi direto para a igreja e em seguida começou o Instituto de Vencedores. Muitas vezes voltava de carona, de ônibus e faltou apenas uma vez até a conclusão.

Em meio a tudo isso, veio à ação judicial para leiloar seu apartamento, que também estava com as parcelas atrasadas. “Não, não enlouqueci. Minha intimidade com Deus já me passava à paz e a certeza de que Deus REVISTA 2estava no comando de tudo. Vendi o apartamento, investi em algo menor, resolvi minha vida financeira e o melhor de tudo, tirei meus filhos das companhias que os levavam para o mau caminho. Perdi bens materiais, mas ganhei bens no Reino, que não tem preço. Sei que Deus irá me restituir milhares de vezes mais”, afirma.

No final de 2013, Denilva retomou um cargo comissionado um pouco maior que aquele que havia perdido e as bênçãos foram acontecendo. Em 2015, foi convidada por dois órgãos do Governo para ocupar cargos comissionados, ganhando o dobro do que havia perdido. Após fazer o IV, foi indicada por sua pastora para fazer o CFAP.

“Meu filho caçula fez o Revisão de Vidas e foi batizado. Já tem no coração que quer ser líder da Sara Nossa Terra. O mais velho é destaque de vendas numa concessionária em Goiânia, onde mora com o pai, que também está trabalhando com muito sucesso e meu filho acabou de comprar seu carro. Meu casamento se desfez há 08 anos e não me casei novamente. Depois que me converti, há 2 anos, estou em santidade, pois creio que Deus está preparando a segunda casa, melhor do que a primeira. Hoje, me sinto restaurada e pronta para me unir ao homem que Deus tem pra mim. Não me sinto sozinha de forma nenhuma. Sei exatamente o que quero e o que não quero. Servir a Deus é escolha. Ser feliz é escolha. Depender de Deus é escolha e eu escolhi”, completa.

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