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UM DOS GRANDES VILÕES DA NOSSA PAZ É O MEDO

O medo é paralisante, é tóxico, é destrutivo em diversos sentidos. Uma das maiores consequências do medo é o seu poder de deprimir as pessoas, criando um abismo virtual intransponível, uma realidade paralela. Gerando um caos inexistente que se estende a todos os nossos órgãos e tem o potencial de comprometer completamente nossa saúde física e mental, podendo destruir nossas vidas. E, o pior disso, é que um inimigo invisível. Ele se torna um tsunami que se formou sobre o nada, sobre o vazio. No sentido de que não existe uma causa física, embora exista sim uma situação de descontrole emocional que o desencadeou.

Como podemos vencer o medo? Como podemos reconstruir as sinapses do medo que sempre nos levam ao mesmo caminho do pânico, da insegurança e da fobia? Essa não é uma pergunta com uma resposta simples, uma vez que a origem do medo pode ser diversa. Podemos ter medos como consequência de traumas de experiências negativas que nos marcaram na infância, na adolescência ou ao longo da vida.

Por exemplo, crianças que assistiram a tragédias, acidentes e outras fortes violências traumáticas naturalmente crescerão com medos e fobias. Por terem sido expostas a imagens e experiências de violência ainda pequenas, podem desenvolver um trauma permanente. Imagine a intensidade do sentimento de medo que experimentam crianças que viram suas cidades serem destruídas e seus pais mortos?

Podemos ter medo por influências e condicionamentos sugestivos que ocorrem em nosso dia a dia. A bebida, os alucinógenos e as discussões também nos tornam pessoas medrosas e inseguras. O medo pode vir como resultado de estímulos visuais produzidos por filmes, reportagens e documentários. Ou surgir simplesmente de como construímos a nossa expectativa de realidade a partir das informações recebidas por nossas memórias afetivas, e como isso pode fazer o chão parecer inseguro debaixo de nossos pés.

Uma das características do medo é nos paralisar e nos calar. Quando estamos acuados ou intimidados nos fechamos e isso traz imensas consequências. Deus deu ao homem um poder imenso de conquistas, de inteligência, de estratégia e de visão e, portanto, ele não pode permanecer em silêncio. Ser homem significa ter atitude e não necessariamente estar sempre certo. Significa enfrentar os conflitos e não fugir deles.

Infelizmente, o homem moderno continua calado em sua casa, com sua esposa e filhos e reproduz esse comportamento no trabalho, nos relacionamentos e nas amizades. Porém, a omissão já é uma decisão. Quando ele não age, resta-lhe reagir. Porém, Deus não o criou para reagir, mas para interagir. E o diabo, seu adversário, tira proveito da omissão humana.

Seja um homem que cumpre seu propósito. O projeto de Deus para sua vida deve ser bem-sucedido e não abortado. Os homens que vivem no propósito de Deus deveriam ser mais gentis, mais bondosos, mais atenciosos e mais honestos do que os outros, mas infelizmente nem sempre isso é verdade.

 

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