PERSEGUIÇÃO À IGREJA – Sara Nossa Terra Doe agora

PERSEGUIÇÃO À IGREJA

Tenho refletido muito a respeito da luta espiritual a que estamos inseridos como igreja e cristãos no Brasil. Por nosso posicionamento claro e compromisso com os valores do reino de Deus e da família, angariamos milhares de adversários políticos e sociais. O pior são os inimigos “invisíveis” e até dissimulados. Por meio de qualquer brecha, por menor que seja, eles agem e tentam nos destruir.

O Brasil é hoje um dos maiores celeiros de avivamento de nossa geração e este avivamento passa pela igreja e por seus líderes. Ou seja, para cercear este avivamento é necessário atingir a igreja e descredibilizar os líderes. Essa é a operação que tem estado em curso, lenta e gradualmente, no Brasil.

Tenho pensado se nosso posicionamento político estaria facilitando nossa exposição aos ataques, a mim mesmo, minha família e nossa igreja, ou não? Mas a conclusão é que seremos atacados todos, tanto os parlamentares, quanto os demais cristãos. O alvo é atingir a igreja e seu crescimento. O alvo é atingir a credibilidade dos líderes.

Me perguntado, o que fazer em meio a essa situação? Tornar-nos “meninos bem comportados” e aceitar passivamente nosso país ser levado pelas forças das trevas? Aceitar que nossas próximas gerações sejam presas de um mundo sem luz e que uma nova ordem da família e dos valores sejam estabelecidos? Talvez devamos nos mudar para um outro país e tentar nos esconder destas horas que nos tem sobrevindo?

Sei de nossa vulnerabilidade, ainda mais com a função de líder espiritual. Mas qual a nossa saída? Lutamos ou desistirmos? Por que tudo isso tem nos sobrevindo? Logo a nós que pregamos o evangelho de Jesus Cristo e uma nova oportunidade aos homens? Estamos em meio a um grande plano internacional, de reorientação de nossa sociedade, e nós somos os “fundamentalistas.” Estamos inseridos em um movimento de globalização de tudo, inclusive de nossos valores e princípios. Lembre-se que a Europa hoje se definiu como um continente “pós-Cristão”, ou seja, a igreja, naquele continente, é pequeníssima (no máximo 2 ou 3%), e considerada “persona non-grata”. Infelizmente, este movimento é internacional e está à nossa porta.

O fato de termos uma vida limpa e um passado sem mácula não conta. O fato de estarmos auxiliando milhares de pessoas a transformarem suas vidas, e o fato de termos obras sociais sérias e responsáveis, aliás, sem convênios e verbas públicas, também não lhes interessa. O que interessa é cumprir o objetivo de lançar manchas, dúvidas e descrédito, estando a serviço de uma mão invisível, (mas perceptível por nós).

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