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No nome da maturidade estamos dando lugar à carne!

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No nome da maturidade estamos dando lugar à carne!

No nome da maturidade estamos dando lugar à carne!

Antes mesmo de possuirmos qualquer ministério, temos o compromisso e a responsabilidade de possuirmos uma vida cheia de frutos do Espírito. 
O clamor e desafio de Deus para nós, na Sua Palavra, é para que cresçamos porém, este crescimento não pode, de forma alguma, dar-nos o direito de quebrarmos princípios elementares da vida do Espírito.
O apóstolo Paulo nos exorta a fugirmos do fermento, pois este substitui o crescimento. Quando falamos sobre crescimento e maturidade temos que temer o fermento, ele pode gerar um falso senso de maturidade.
Hoje, o fermento tem operado crescimento no seio da Igreja. Os cristãos, em nome da maturidade, se tomam cheios de si, e acham que não há ninguém capaz de cobri-los e ajudá-los no Senhor. Isto é presunção, é inchaço.
No nome da maturidade estamos dando lugar à carne. E, com a liberdade nos tomamos abertos para beber e nos misturar com o mundo, de tal maneira que as diferenças e o testemunho não mais existam. Em nome da maturidade, não acreditamos no princípio financeiro de dar ofertas, e da validade dos dízimos, não dando nada para a obra de Deus. Isto não é crescimento, mas fermento. É um falso senso de grandeza que possuímos.
Quantos irmãos que, em busca da maturidade, não tiveram a correta percepção e não notaram que havia morte na panela? Não perceberam que havia erva no lugar de comida, e que aquilo iria produzir morte no povo de Deus.
“Lançai fora o fermento, para que sejais nova massa, como sois, de fato, sem fermento” (I Co. 5: 7). “Depois, deram de comer aos homens. Enquanto comiam do cozinhado, exclamaram: Morte na panela, ó homem de Deus! E não puderam comer”.
Os líderes e os pastores são responsáveis para saber e realmente perceber se está havendo crescimento cheio das marcas de Jesus. Isto é, se os nossos irmãos estão trazendo em seu caráter a mesma compaixão pelas almas, a mesma humildade e reconhecimento, dando preferência aos outros; se estão com seus corações e bolsos abertos para investirem na obra de Deus, como Jesus e Paulo faziam.
Este é o caminho em que o Senhor andou. Este é o verdadeiro caminho da maturidade e crescimento cristão. Ser maduro é ter a mesma capacidade para pensar como o Senhor pensou. Isto nos fala de viver a existência humana e o propósito desta vida como Jesus viveu. Necessitamos ter a luz que Ele tinha, para possuirmos a verdade que nos leva ao Seu santo monte. Devemos ter os olhos abertos para as verdades do mundo, assim como Jesus tinha. Ter a ótica desta existência como Ele a possuía. Experimentar o mesmo sentimento e compaixão. Ver os sofrimentos humanos e não se descomprometer. Sentir que somos responsáveis por trazer luz e vida a este mundo. 
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