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Bispo Maurício Blois ministrou no culto de Quebra de Maldições que Deus nos faz resistentes

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Bispo Maurício Blois ministrou no culto de Quebra de Maldições que Deus nos faz resistentes

Bispo Maurício Blois ministrou no culto de Quebra de Maldições que Deus nos faz resistentes

 

No culto de terça-feira, 21, na Embaixada Sara Nossa Terra, em Brasília, pela terceira semana do ano, um pastor representando um personagem bíblico, tocou o Shofar no púlpito da igreja. Este instrumento, representando uma trombeta, era usado na celebração do início do ano. Igualmente, no momento do altar, declarou-se que a fé faz os indivíduos tomarem posse do sobrenatural.

Na explanação da palavra, o bispo Maurício Blois, com base no livro de Êxodo 25: 10- 16, ministrou que Deus falou com Moisés para construir a Arca da Aliança usando a madeira de acácia. “ Por que Deus escolheu esta árvore? Sendo que ela é cheia de nódulos, tem espinhos e cresce no meio da terra seca do deserto? Porque Deus  não vê o homem por meio da aparência. Isto é, com tantas madeiras nobres o Senhor poderia escolher qualquer outra.

Contudo, escolheu uma madeira cheia de espinhos para fazer a Arca da Aliança. Por isso que Deus te escolheu, pois sabe que vai  suportar firme as adversidades da vida, igual esta madeira”, acentuou.

O preletor também acrescentou que a acácia também pode representar a igreja que não é constituída de pessoas perfeitas, mas que avança e resiste ao inferno. “ Moisés venceu limites por estar em aliança de obediência. Muitas vezes erramos, pois nos apresentamos como pessoas nobres, mas o Senhor quer que nos apresentemos com humildade,  pois Ele levanta as coisas que não são para confundir as que se acham que são. O Senhor procura aqueles que se deixam ser trabalhados . Nunca desista e levante-se forte igual a acácia. Se tem vida, existe esperança! Você será o melhor de sua família, pois foi escolhido por Deus. Seja lapidado e revestido pelo ouro do Pai, por dentro e por fora. Esta madeira é você”, finalizou.

Crédito das Fotos: Vitor Souza

Texto: Estagiário Bruno Faria sob supervisão de Jeane Magalhães

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