FICAR OU NÃO FICAR? – Sara Nossa Terra Doe agora

FICAR OU NÃO FICAR?

Vamos falar agora de algo muito delicado que, com certeza, o levará a rever seus conceitos e valores.

“Ficar” ou “não ficar”? O cristão “fica” ou namora? Como e por que essa forma de se relacionar com o sexo oposto caiu como uma luva para a sociedade? A resposta é óbvia: é mais cômodo “ficar” , já que isso não envolve compromisso e responsabilidade.

o “ficar” representa liberdade. O incrível é que muitos pensam que essa liberdade é a tão sonhada felicidade! Esse conceito tem tudo a ver com nossa sociedade consumista, descartável e fast-food!

O costume cristão de se relacionar com uma pessoa do sexo oposto sem envolvimento físico e sexual parece antiquado e fora de moda para os jovens da geração atual. Mas precisamos fazer a seguinte pergunta: os jovens de hoje são mais felizes com essa tal “liberdade”? Pare e pense!

Quais são os benefícios? Sem dúvida alguma é a satisfação rápida, sem estresse. Mas logo após essa satisfação a realidade persiste em ser outra. Como anda a saúde das pessoas, não apenas no Brasil, mas em todo o mundo? Elas estão deprimidas, ansiosas, inseguras e com um grande senso de desvalorização pessoal. Estão sempre tentando adequar-se às tendências da ditadura da moda e da beleza: garotas anoréxicas e rapazes “bombados”.

Existe algum princípio para orientar essa geração que acredita que o céu é o limite? É importante questionar-se: “O que é melhor para mim, agora que sou nova criatura?”

Pode estar certo que, assim como você mudou sua forma de agir, de falar e de pensar, sua maneira de se relacionar com  o sexo oposto também mudará. E não doerá nada! Eu tenho certeza de que essa atitude não lhe trará sofrimento no futuro.

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