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Quando não temos segurança de que somos amados, se torna muito difícil nos vincular às pessoas

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Quando não temos segurança de que somos amados, se torna muito difícil nos vincular às pessoas

Algumas pessoas têm uma necessidade constante de afirmação e e reafirmação do amor que recebem. Essa necessidade está relacionada com a sua própria história e com o amor que receberam ou não nos primeiro anos de suas vidas. A mulher samaritana é um exemplo disso, pois não tinha dentro de si a segurança de ser amada. E quando nós não temos a segurança de que somos amados, se torna muito difícil nos vincular às pessoas. Jesus oferece água viva à mulher, que simboliza o amor àgape, que não é amor de sentimento ou paixão, mas o amor incondicional que todos necessitamos.

Nossa vida tem de ser edificada e solidificada nesse amor e não em cima do amor de homens, mulheres, pais ou mães por nós. Assim como aquela mulher que Jesus encontrou perto do poço, na cidade de Sicar, nós podemos ter o amor que precisamos, se o buscarmos no relacionamento com Deus. Essa mulher buscava intensamente esse amor, que é a chave para o sucesso nos nossos relacionamentos. Ela tinha tido cinco companheiros e, com certeza, não achou o que buscava em nenhum deles. Isso também acontece conosco nos relacionamentos que construímos. Começamos a nos relacionar, mas, quando descobrimos que as pessoas não têm o que procuramos, nos decepcionamos.

Essa mulher devia ser uma mulher bonita, atraente, com boa situação financeira e que atraía os homens. Ela atraía, criava uma expectativa de que seria suprida, se decepcionava, se frustrava e começava tudo de novo com um outro companheiro. Quando ela encontrou Jesus, não estava casada com seu companheiro, mas apenas vivia com ele.

Essa mulher deve ter desfrutado o amor erótico, carnal, vinculado à atração sexual, chamado eros, no idioma grego. A Bíblia fala ainda do amor philos, também no grego, que significa fraternidade, amor entre irmãos. E do amor ágape, no grego, que não é baseado  em sentimentos, mas em escolhas. Jesus ofereceu uma escolha àquela mulher: o amor que ela procurava não era eros, nem philos, mas amor ágape.

Todos os amores são importantes num casamento, mas para preencher um vazio emocional, como o daquela mulher, era necessário experimentar o amor incondicional, que não exige nada em troca. A chave para sermos pessoas plenas, felizes e equilibradas em nossas vidas emocionais, é receber de Deus esse amor totalmente destituído de qualquer interesse pessoal.

 

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Angelo Rocha Desenvolvimento WordPress