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Atriz Nirvana Lima conta como foi sua conversão e preparação para protagonizar filme

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Atriz Nirvana Lima conta como foi sua conversão e preparação para protagonizar filme

Atriz Nirvana Lima conta como foi sua conversão e preparação para protagonizar filme

Neste testemunho, a líder de célula Nirvana Lima que interpretou a personagem Carminha no filme “Nem Tudo Que Reluz É Ouro” descreve como foi a construção da personagem e também relembra o processo de conversão.
Ela conta que, no processo da consolidação na fé passou por batalha espiritual e testifica a cura que recebeu de processos de melancolia que passava, inclusive, na época dos aniversários.
CONVERSÃO
Nirvana ressalta que a conversão aconteceu quando foi a uma chegada de Revisão com  o irmão dela. “Ele voltou totalmente transformado, cheio do amor de Deus, em casa, pregando, falando e revelando o amor de Jesus para nós, pois na época servíamos às trevas. Eu e minha família éramos do candomblé. Então naquele momento, tivemos a revelação de Deus para nós. Fui a primeira, ele me convidou para ir ao culto, fui sem compromisso ao primeiro culto, gostei, achei o máximo,  bem diferente, e já no segundo, estava completamente rendida e já querendo aquilo para minha vida. Estava desesperada. Ali encontrei amor, fui amada e decidi acolher para minha vida. Na realidade, minha conversão foi muito rápida. Disse que iria vencer! As palavras do Bispo Rodovalho me edificaram intensamente e, claro, sempre sou impactada, e dali então não quis olhar mais para trás”, pontuou.
GUERRA ESPIRITUAL
A líder de célula enumera o processo de consolidação na fé. “E no meio desta história , tivemos uma guerra espiritual, pois minha mãe e meu pai ainda eram do candomblé. Mas fomos pouco a pouco, largando as trevas, até que fomos para o Revisão de Vidas e verdadeiramente o Senhor rompeu em nossa vida. E Deus mostrou o caminho d’Ele, que queria para nós. E a Sara Nossa Terra me trouxe novamente a vontade de sonhar e ter esperança no coração. Eu era uma pessoa que andava cabisbaixa, sem esperança, triste. Em meus aniversários, eu sempre tinha uma crise depressiva. Mas graças a Deus, venci e venço todos os dias com a força de Deus. A jornada não é fácil, mas foi a melhor escolha da minha vida. E ,hoje, dizer que eu e minha casa servimos ao Senhor, é a coisa, mais valiosa que temos”, finalizou.
CONSTRUÇÃO DA PERSONAGEM

Nirvana e elenco do filme Nem Tudo que Reluz é Ouro

Para a elaboração do personagem não foi nada fácil, mas Nirvana tirou de letra. “Fazer o filme foi um grande privilégio, foi incrível, pois sempre acompanhei toda obra cinematográfica da igreja. Mas, sinceramente, nunca me imaginei fazendo um filme. Para mim, foi um grande presente poder representar o filme do TAL, reproduzido pela regional. Neste filme, que com certeza vou guardar para o resto de minha vida, foi um presentão de Deus.  As gravações tiveram ritmo muito intenso, muitas vezes varamos as noites até na madrugada gravando e o pastor Júnior que é nosso diretor, nos esticou bastante, porque ele trabalha focado na excelência. Sempre que não ficava legal, a gente repetia, tudo pelo produto e resultado final. Então, realmente fizemos e demos o nosso melhor em todas as áreas. Foi um trabalho árduo, mas que valeu muito a pena”,
Ela conta ainda que não tinha o sotaque da personagem,mas de acordo com o direcionamento da equipe foi atrás de material nacional que lhe desse uma linha regionalista. “Fomos aprimorando o vocabulário da personagem e ganhando a identidade dela, uma menina romântica, filha de pastor. Então, ela tem uma série de responsabilidades. E por sem quem ela é, filha do Jerônimo – personagem do filme – um sujeito bem bruto, ela também, em alguns momentos,  se sobressai e não nega o sangue: pois ficava nervosa – tentei trazer esta suavidade, romantismo e também nos momentos de aflição, ela não é tão passiva. Então, basicamente esta foi nossa construção, conforme os diretores e roteiristas foram desenvolvendo à personagem”, salientou.
 
Texto: estagiário Bruno Faria sob supervisão de Jeane Magalhães

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