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Câncer de mama tem o maior número de mortalidade entre a população feminina

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Câncer de mama tem o maior número de mortalidade entre a população feminina

Câncer de mama tem o maior número de mortalidade entre a população feminina

outubro-rosa-619x331O chamado “Setembro amarelo” que busca a prevenção ao suicídio está chegando ao fim e dá lugar a mais uma campanha de muita importância: Outubro Rosa. Uma campanha realizada durante todo o mês de outubro, que visa a conscientização dirigida à sociedade e às mulheres sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.

De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva – Inca, 57.960 novos casos de câncer de mama são esperados no Brasil só este ano, para cada 100 mil mulheres.  O câncer de mama é o tipo que possui a maior incidência e a maior mortalidade na população feminina em todo o mundo.

O tratamento varia de acordo com o estágio da doença. Os tipos mais indicados são: quimioterapia (uso de medicamentos para matar as células malignas), radioterapia (radiação), hormonoterapia (medicação que bloqueia a ação dos hormônios femininos) e cirurgia, que pode incluir a remoção do tumor ou mastectomia (retirada completa da mama).

Outubro Rosa

O movimento do Outubro Rosa surgiu em 1990, na primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama. Atualmente, durante o mês vários pontos turísticos e símbolos de grande representatividade ficam coloridos pelo tom rosa, como mais uma forma de incentivo a Campanha, como o Cristo Redentor no Rio de Janeiro e o Congresso Nacional em Brasília.Várias ações são realizadas pelo Brasil como incentivo e para diversão daquelas que foram curadas da doença ou que ainda estão em fase de tratamento.

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Sara Agra levava uma vida normal e nunca tinha pensado na possibilidade de um câncer. Foi ao hospital para exames de rotina, e ali se deparou com o diagnóstico de câncer de mama. “Para a minha sorte, a descoberta não foi tardia e pude iniciar logo o tratamento e chegar à cirurgia. No momento da operação ainda que estivesse com medo, o apoio de toda a minha família espiritual fez a diferença no tratamento e na minha vida. Eu aprendi uma coisa muito importante aqui na SNT Brasília, que é o quanto eu sou amada e ai eu aprendi amar. O quanto eu recebo me fez também querer doar,” disse.

 

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