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Culto de Quebra de Maldições (16.12). “Nas dificuldades que a fé do homem é fortalecida”, diz Bispo Lucas

Terca-19No culto de Quebra de Maldições, 16, a preleção na Embaixada Sara Nossa Terra, em Brasília, foi conduzida pelo Bispo Lucas Cunha, que falou aos presentes baseado na passagem Bíblica de Salmos 145:15 sobre a representatividade que a mão de Deus tem nas Sagradas Escrituras.

“Não podemos limitar Deus no conteúdo humano. O homem e limitado, Deus não.  Cuide para não ter incredulidade em seu coração ao compará-Lo com o homem. Ele é muito grande e sua ação também”, afirmou.

De acordo com o preletor, a expressão da mão significa poder, força e capacidade. “Nós temos que nos humilhar sobre a poderosa providência de Deus, que quer dizer aceitar o governo d’Ele sobre a vida. É preciso conhecer mais a Deus pois é pela falta d’Ele que o diabo age e o pecado entra na vida dos filhos do Senhor.”

Para finalizar, Bispo Lucas ressaltou que o ato de ajoelhar, torna o cristão ainda maior. “Existem momentos em que Deus eleva a sua fé e as coisas não acontecem porque o diabo está retendo, mas o Senhor quer exercitar a sua fé por meio das batalhas e dos conflitos. Nas dificuldades é que a fé do homem é fortalecida”, completou.

Testemunhos: 

Terca-4.

“Minha mãe não era da igreja e decidi fazer um Parceiro de Deus pela minha família e então todos começaram a orar pela conversão dela. Graças a Deus ela foi tocada e hoje está aqui. Depois que comecei a participar do Culto de Quebra de Maldições tudo mudou para o melhor. A cada dia cresço mais espiritualmente. Aprendi muitas coisas e tive o meu emocional transformado. Esse culto tem um significado na minha vida, ele é muito importante”, afirma Maria Helena Madeira de Almeida, 53, cabelereira.

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Terca-16

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“Eu era ateu e conheci Jesus por meio do meu irmão. Estava passando por muitas dificuldades na faculdade, porque meu curso de Engenharia da Computação é muito difícil e também estava desempregado. A minha situação financeira estava muito ruim. Resolvi ser ofertante e então o Espírito Santo me tocou a apresentar um projeto científico para a dona da faculdade e a partir daquele momento tudo mudou. A instituição comprou o projeto e fui empregado. Desde então só tenho recebido bênção. Me tornei dizimista e o salário dobrou, mas o melhor mesmo, foi chegar aqui destruído e hoje ser um homem restaurado. Essa é minha maior alegria”, afirma Diego Heleno Louzeiro, 31, analista de sistemas.

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