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A história de Carlos é a prova de que Deus cuida dos mínimos detalhes da nossa vida.

Ao chegar mais cedo na escola, sem menos esperar, Carlos Henrique Rodrigues foi convidado a participar da igreja. O jovem conheceu o ministério Sara Nossa Terra e fez o Revisão de Vidas. Apaixonado por Jesus, se entregou à missão. “Tinha muita gente, eu gostei muito e aproveitei para ir também”, lembra.

Durante o caminho Carlos usava sempre o mesmo tênis que, inclusive, já estava bem velho e gasto. Na missão o tênis acabou ficando ainda mais desgastado e não foi mais possível fazer uso do mesmo. “Quando eu peguei o tênis eu falei pra Deus que não tinha mais como usá-lo, mas segui em frente e não desanimei. Fui naquela época, toda a semana fui com um chinelo e para a escola também”.

Na escola, ao ser perguntado por que estava indo de chinelo ele inventava várias desculpas. “Eu falava que era porque estava calor, porque eu gosto de chinelo, só para arrumar uma desculpa para não falar que eu estava sem tênis. Próximo ao horário do Arena falei mais uma vez com Deus, que Ele sabia que aquele tênis não era algo que eu queria, nem uma luxuria, mas sim uma necessidade”, conta. O horário se aproximava e ele havia dito que precisava do sapato para ir ao culto. Carlos chegou a perguntar para o tio se não teria dinheiro, em resposta, recebeu uma negativa.

Ali, Carlos decidiu ir até a casa de um amigo para pegar um tênis emprestado. “Quando cheguei lá e falou que não tinha, e que também tinha colocado outro para lavar. Sai de lá triste, pensando que teria que ir de chinelo para o Arena. Voltando pra casa passei em frente a uma senhora que vendia roupas e sapatos e um certo par era exatamente o meu número e do jeito que eu gostava.” Na ocasião, Carlos perguntou o valor do tênis, ela falou o preço, mas já afirmou que ele não poderia comprar porque a conta do tio estava muito alta.

Triste e desanimado, foi embora sem saber o que fazer. Alguns minutos de caminhada à frente, a mulher da loja chamou Carlos e o perguntou se ele queria o tênis. “Respondi para ela que eu queria, mas que o meu tio estava sem dinheiro. Ela disse que eu não precisava me preocupar, porque ela estava me dando o tênis. Foi algo que me emocionou muito e que me anima, me move até hoje”.

 

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