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NÃO TOME ATALHOS EM SUA VIDA

Quem pratica trekking ou alpinismo sabe disto melhor do que ninguém: siga a trilha que está marcada, não invente! Mas, por que sempre queremos tomar atalhos na vida? Por que sempre queremos chegar mais rápido ao destino? O problema dos atalhos é que sempre acabamos percorrendo o mesmo caminho duas vezes. Quem toma um atalho certamente está procurando o caminho mais fácil e, seguramente, terá de refazer todo o percurso. Lamentavelmente, nas horas de provações, tendemos a buscar atalhos. Exemplo, quando um casamento está ruim, o atalho é a infidelidade, a separação, para “ver se o outro desperta ou muda.”

Davi não buscou atalhos para se tornar rei. Ele estava sendo perseguido por Saul, que tinha perdido a unção de Deus, e teve a oportunidade de matá-lo por duas vezes. Seria um ótimo atalho para chegar logo ao trono, mas, graças ao Senhor, ele não o fez. Deus tem um trono para você, um lugar de vitória, mas não tome atalhos.

Mas Saul, diferente de Davi, tomou atalhos. A Bíblia mostra que, no momento mais decisivo de sua vida, ele não quis esperar Samuel chegar para oferecer um sacrifício. Pior é que Saul já tinha esperado o dia todo e, quando faltavam poucos minutos, porque o povo estava indo embora, ele tomou um atalho, não esperou o sacerdote. Ali ele perdeu seu reinado.

Temos de aprender que, para crescer em qualquer área, não podemos tomar atalhos. “Eu vou entregar meu colega, porque ele fez isso e aquilo errado. Assim, se ele for demitido, o lugar será meu”. Não crie esse tipo de situação. Quando Deus o quer em um lugar, Ele o coloca. Você está hoje justamente onde Deus o colocou, e ninguém, a não ser você mesmo, pode tirá-lo daí.

Na questão do casamento, sempre aconselhamos que ninguém deva separar-se. A lei de Deus diz que a quem Deus uniu o homem não separa. Existe uma lei da física quântica que diz que duas moléculas, quando fundidas, unidas e depois separadas, são liberadas novamente no espaço e, não importa a distância a que uma esteja da outra, elas voltam a percorrer a mesma trajetória. Quando seu casamento é unido por Jesus, mesmo que seu cônjuge abandone você, mesmo que ele vire as costas para o Senhor, confie, pois, um dia, ele voltará.

Sobre o colunista

Robson Rodovalho é físico graduado pela Universidade Federal de Goiás, da qual também foi professor. Formou-se ainda em Teologia e Filosofia, adquirindo conhecimentos que associa às suas constantes pesquisas no campo da Física Quântica. É fundador, Bispo e presidente do Ministério Sara Nossa Terra, que criou em 1992, ao lado de sua esposa, Bispa Lúcia Rodovalho. Conferencista internacional, ministra palestras sobre temas relacionados à relação entre ciência e fé, gestão, desenvolvimento pessoal e profissional, entre outros. Compositor e cantor, já lançou dois DVDs e sete CDs. Com o título “Sara Nossa Terra, Por Favor”, gravado pela Som Livre, garantiu o Disco de Ouro, em 2013. Rodovalho também é escritor. Seu ultimo livro, Rompiendo las Maldiciones Hereditarias, junta-se a uma bibliografia própria com mais de setenta obras. Entre os títulos de caréter científico, destaca-se Ciência e Fé – O Reencontro pela Física Quântica. Publicado pela editora LeYa, o título ficou por três semanas no topo da lista dos mais vendidos no país da revista Veja, logo após seu lançamento, em julho de 2014. Presidente da Rede Gênesis de TV e da Rede Sara Brasil de rádio, Rodovalho apresenta o programa Vida com Esperança, que vai ao ar diariamente para 22 capitais em sinal captado pelas TVs abertas. A transmissão também é reproduzida pelas rádios. Atuou como deputado federal por um mandato (2007-2010), deixando relevante legado para a sociedade. Entre as suas contribuições, destacam-se as bases da legislação que concedeu isenção fiscal ao microimportador (“sacoleiros”), além da lei que reconhece eventos gospel como culturais, concedendo-lhes os benefícios da Lei Rouanet que garantem financiamento mediante renúncia fiscal. Entre as homenagens que recebeu estão a condecoração como Destaque Nacional da Frente Parlamentar Evangélica (2004), Honra ao Mérito – Comissão Nacional de Defesa dos Direitos Humanos (2009) e Medalha do Mérito Legislativo (2013).

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