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É PRECISO CONFRONTAR O QUE NOS MACHUCA

Muitas vezes, não buscamos nos curar de nossos traumas emocionais ou de nossas doenças físicas, porque eles são vantajosos para nós. A primeira verdade que devemos enfrentar é essa: tiramos vantagens de nossos traumas. A pessoa que realmente quer se curar procura ajuda e resolve o problema. A pessoa que vive seu trauma vai fazê-lo revivendo e falando desse trauma todos os dias.

As relações que mais marcam as pessoas são os namoros e as relações amorosas. As relações amorosas aparecem em primeiro lugar, porque as pessoas, com desejo de serem amadas, se abrem para seus parceiros e, quanto mais se abrem para essas pessoas, maior é a dor que elas podem causar.

Quando não conseguimos nos curar emocionalmente, somatizamos fisicamente – hipocondrias e alergias em geral -, pois a doença é a única maneira de nos relacionarmos com nossos próprios corpos. Pessoas que não conseguem se relacionar com seu próprio corpo – por trauma, baixa autoestima, abuso – têm dificuldade de serem tocadas. Mas toque é cura.

As pessoas vivem alimentadas por suas doenças, que têm dificuldades de se libertar de seus traumas, que não conseguem se desprender de lembranças dolorosas, precisam ser trabalhadas para que Deus traga à sua memória o que possa lhes dar esperança. Precisamos mexer em feridas e coisas dolorosas para resolvê-las, e podemos proclamar a verdade de nossas vidas, jogando fora aquilo que não queremos mais. Devemos procurar comando para nossas vidas e nossos relacionamentos para vermos onde estão as doenças e buscar a responsabilidade para mudar. Quando não vivemos na verdade, guardamos mágoas que nos envenenam.

A doença não deve ser a única forma de pedir o carinho e a atenção que precisamos. A raiva não deve ser a única forma – arcaica e primitiva – de nos relacionarmos uns com os outros. Deus nos desafia, através da sua palavra, a termos uma alma próspera e sadia. Alguém que sabe assumir responsabilidade por sua vida e que parou de culpar os pais, o companheiro, os filhos, o chefe ou o patrão.

Sobre o colunista

Nascida em Goiânia, Lúcia converteu-se ao cristianismo aos 17 anos. Mesmo diante de uma carreira promissora como jogadora de vôlei, ela decidiu se dedicar à missão de levar a Palavra ao mundo, de conquistar almas para a vida em Jesus. Aos 19 anos, casou-se com Robson Rodovalho e juntos fundaram a Igreja Sara Nossa Terra. Hoje sãos bispos e presidentes mundiais do ministério evangélico. Teóloga e doutora em Filosofia, formou-se também em Psicologia pela Universidade Católica de Brasília, especializando-se em terapia familiar. É fundadora do mais expressivo ministério liderado pela Sara Nossa Terra, o Arena Jovem. O projeto nasceu em 2003, em Brasília, quando a Bispa Lúcia Rodovalho assumiu o desafio de mobilizar a atenção de milhares de jovens e apresentar-lhes a vida em Jesus Cristo - um caminho que levaria à transformação de suas vidas. Das habilidades que lhes são inatas e das que construiu ao longo da vida com sua experiência profissional, Bispa Lúcia considera sua capacidade de ouvir e entender o outro como o aprendizado mais relevante e decisivo para sua missão de evangelização. Quanto ao foco de seu trabalho, estruturado o projeto Arena Jovem em todo o Brasil, tem se dedicado principalmente ao tema família. Para a Bispa Lúcia Rodovalho, o amor, a base de uma família, germina à luz do respeito, do diálogo e do perdão. E a família é a base sobre a qual se constrói um futuro de realizações.

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