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NOSSO DESTINO NÃO É DETERMINADO SIMPLESMENTE PELA NOSSA GENÉTICA

Tudo em nossas vidas se inicia nos pensamentos: nossas ações, palavras, saúde, etc. A ciência tem mostrado que não somos vítimas da nossa biologia. Assim como cada célula do corpo, nosso destino não é determinado simplesmente pela nossa genética, mas por nossas respostas aos sinais do meio-ambiente que impulsionam e controlam todos os tipos de vida. Assim, não somos vítimas de nossos próprios genes e, sim, donos do nosso destino.

Se eu lhe mostrar um molho de chaves e disser que uma delas “controla” meu carro, você pode achar que faz todo sentido, pois sabe que é necessário uma chave para dar partida no mesmo. Mas será que a chave realmente controla o carro? Se fosse assim você não poderia deixá-la no contato, porque ele iria querer “passear sozinho” quando você não estivesse por perto. A chave está relacionada ao controle do carro, mas a pessoa que a tem nas mãos é quem tem o verdadeiro controle.

Outro exemplo é o computador. Ele tem todo o potencial de nos conectar à rede mundial, a internet, mas ele não entra sozinho; alguém precisa acioná-lo. Ele permanece passivo a menos que uma força externa aja sobre ele.

Da mesma forma, determinados genes estão relacionados ao comportamento de um organismo e às suas características. No entanto, permanecem passivos a menos que uma força externa aja sobre eles. Quando uma determinada característica de um gene se faz necessária, o ambiente gera um sinal que o ativa. Ou seja, quando se trata de controle genético o que fala mais alto é o ambiente.

Já está comprovado que o comportamento biológico pode ser controlado por forças invisíveis e também por moléculas químicas, como o antibiótico. Cada um de nós é composto de aproximadamente 50 trilhões de células. Cada vez que surge um pensamento, o cérebro e o corpo mudam de forma ativa, seja para o bem ou para o mal. Então, os nossos pensamentos se transformam em emoções, palavras, decisões, atitudes. Se eles serão saudáveis ou tóxicos depende de nós.

Sobre o colunista

Nascida em Goiânia, Lúcia converteu-se ao cristianismo aos 17 anos. Mesmo diante de uma carreira promissora como jogadora de vôlei, ela decidiu se dedicar à missão de levar a Palavra ao mundo, de conquistar almas para a vida em Jesus. Aos 19 anos, casou-se com Robson Rodovalho e juntos fundaram a Igreja Sara Nossa Terra. Hoje sãos bispos e presidentes mundiais do ministério evangélico. Teóloga e doutora em Filosofia, formou-se também em Psicologia pela Universidade Católica de Brasília, especializando-se em terapia familiar. É fundadora do mais expressivo ministério liderado pela Sara Nossa Terra, o Arena Jovem. O projeto nasceu em 2003, em Brasília, quando a Bispa Lúcia Rodovalho assumiu o desafio de mobilizar a atenção de milhares de jovens e apresentar-lhes a vida em Jesus Cristo - um caminho que levaria à transformação de suas vidas. Das habilidades que lhes são inatas e das que construiu ao longo da vida com sua experiência profissional, Bispa Lúcia considera sua capacidade de ouvir e entender o outro como o aprendizado mais relevante e decisivo para sua missão de evangelização. Quanto ao foco de seu trabalho, estruturado o projeto Arena Jovem em todo o Brasil, tem se dedicado principalmente ao tema família. Para a Bispa Lúcia Rodovalho, o amor, a base de uma família, germina à luz do respeito, do diálogo e do perdão. E a família é a base sobre a qual se constrói um futuro de realizações.

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