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A ATITUDE É O QUE FAZ TODA A DIFERENÇA

A atitude que gera a motivação para a realização é um ingrediente crucial para o sucesso e parte do segredo que faz alguém ser um vencedor. A diferença entre uma oportunidade e um obstáculo é a sua atitude. O sucesso de um líder ou de um gestor é mais do que saber que, como disse Samuel 12Goldwyn, produtor de Hollywood: “quanto mais eu trabalho, mais sorte tenho”. Manter-se motivado é ter atitude para realização, que significa apreciar o trabalho de gerenciar os problemas do dia a dia.

Infelizmente, algumas pessoas recebem influências da “maldição do fatalismo genético”, que é a crença de que os genes tomam as decisões no que diz respeito à inteligência, personalidade e problemas psicológicos, e que isso nos deixa desamparados no drama do sucesso e do fracasso. Não podemos fazer nada se acreditarmos que o nosso comportamento está em grande parte definido geneticamente, e é bem provável que isso se transforme em uma profecia autorrealizável. 

A crença do fatalismo genético pode, de fato, segundo especialistas, influenciar a aprendizagem da criança. Segundo Ian H. Robertson, não devemos “elogiar uma criança ´pelo seu brilhantismo, mas por seu esforço e perseverança; do contrário, corremos o risco de impormos a ela a maldição do fatalismo genético”. Assim, a criança deve ser elogiada pelo seu esforço e não porque ela é inteligente.

Há uma pergunta muito intrigante nessa questão: por que filhos de pais muito bem-sucedidos não conseguem o mesmo sucesso deles? Uma possibilidade é que esses filhos podem achar difícil entrar na zona da genialidade de seus pais. Mas, talvez, essa seja apenas uma parte da história que não representa o quadro completo, pois, se for uma regra, todos os filhos de grandes homens seriam medíocres e isso não é verdade. 

Dessa forma, a resposta é muito clara: nascer em uma família de pais bem-sucedidos não garante o sucesso. É a atitude focada no propósito e na excelência que irá definir aonde você vai chegar. O vencedor não nasce feito ou pronto. Ele é resultado de um processo árduo e às vezes doloroso que requer tempo, muito tempo. 

Sobre o colunista

Nascida em Goiânia, Lúcia converteu-se ao cristianismo aos 17 anos. Mesmo diante de uma carreira promissora como jogadora de vôlei, ela decidiu se dedicar à missão de levar a Palavra ao mundo, de conquistar almas para a vida em Jesus. Aos 19 anos, casou-se com Robson Rodovalho e juntos fundaram a Igreja Sara Nossa Terra. Hoje sãos bispos e presidentes mundiais do ministério evangélico. Teóloga e doutora em Filosofia, formou-se também em Psicologia pela Universidade Católica de Brasília, especializando-se em terapia familiar. É fundadora do mais expressivo ministério liderado pela Sara Nossa Terra, o Arena Jovem. O projeto nasceu em 2003, em Brasília, quando a Bispa Lúcia Rodovalho assumiu o desafio de mobilizar a atenção de milhares de jovens e apresentar-lhes a vida em Jesus Cristo - um caminho que levaria à transformação de suas vidas. Das habilidades que lhes são inatas e das que construiu ao longo da vida com sua experiência profissional, Bispa Lúcia considera sua capacidade de ouvir e entender o outro como o aprendizado mais relevante e decisivo para sua missão de evangelização. Quanto ao foco de seu trabalho, estruturado o projeto Arena Jovem em todo o Brasil, tem se dedicado principalmente ao tema família. Para a Bispa Lúcia Rodovalho, o amor, a base de uma família, germina à luz do respeito, do diálogo e do perdão. E a família é a base sobre a qual se constrói um futuro de realizações.

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