Marcha para Jesus deve reunir 300 mil pessoas em Curitiba

Marcha para Jesus deve reunir 300 mil pessoas em Curitiba

Paz nas famílias, só em Jesus. Este é o tema da Marcha para Jesus 2013, que deve levar as ruas de Curitiba, cerca de 300 mil pessoas este ano, de acordo com a organização. A uma semana do evento, que será realizado no dia 18 de maio, pastores de toda cidade já movimentam suas igrejas para o maior evento em número de pessoas na cidade, de acordo com informações da prefeitura.

 

A concentração será a partir das 9h, na Praça Santos Andrade, em frente ao teatro Guaíra. O trajeto começa na Rua Conselheiro Laurindo, vai para a Marechal Deodoro e fará uma pausa na Praça Tiradentes, o marco zero de Curitiba. Neste momento, será realizada uma oração pela cidade de Curitiba. “Vamos abençoar a cidade orando pelas autoridades, pelo comércio e declarar que Jesus é o Senhor de Curitiba”, disse o coordenador executivo da Marcha Para Jesus, Arlindo Júnior.  Em seguida, o trajeto continua pela Avenida Candido de Abreu e termina em frente ao palco montado em frente ao Palácio Iguaçu.

 

A Marcha para Jesus em Curitiba está em sua 20ª edição e ganhou notoriedade nacional por sua organização e pela unidade das igrejas evangélicas no lugar  que é referência nacional. Este trabalho foi realizado pelo presidente do Conselho de Ministros Evangélicos do Paraná, Bispo Cirino Ferro. “A minha expectativa é ver a maior concentração de fé em Jesus Cristo, explicitada na unidade da igreja nas ruas de Curitiba e demais cidades do Paraná”, disse.

 

Marchas no Paraná

Devido à relevância alcançada pela Marcha para Jesus em Curitiba, este ano o evento, a partir da capital, será realizado em pelo menos 100 cidades no interior do Paraná, na Argentina e no Paraguai. “Estamos vendo a consolidação e a operosidade da unidade da igreja de Jesus nesta expressão de confissão de fé pública”, afirma o Bispo Cirino Ferro. Para o deputado federal Robson Rodovalho, a Marcha para Jesus é o momento profético da igreja mais importante do ano. “É a hora em que a igreja se torna um exército”, disse.

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